Adolescente confessa que inventou estupro por causa dos pais, em AL
A delegada dos Crimes Contra a Criança e o Adolescente, Adriana Gusmão, informou, nesta segunda-feira (17), que um trabalho realizado pela equipe de policiais da especializada e pela psicóloga Aline Damasceno revelou que uma adolescente de 16 anos (N.M.S.) inventou um falso estupro que foi noticiado no dia 11 deste mês.
Segundo a adolescente, o estupro teria ocorrido num matagal perto do colégio onde ela estuda, no bairro de Saúde, no Litoral Norte de Maceió.
Após uma entrevista psicossocial, se constatou inúmeras contradições nas declarações da adolescente.
Ao ser novamente interrogada, na presença da psicóloga que fez a entrevista psicossocial, a garota reconheceu que inventou o crime, porque havia saído com amigas, depois das aulas e demorou a chegar em casa. Por esse motivo, com medo dos pais, disse ter sido estuprada.
Antes disso, a adolescente chegou a apontar um morador da região como autor do crime, tendo este sido levado à delegacia por uma guarnição da Polícia Militar após descrições inverídicas prestadas pela garota.
Na delegacia, a adolescente, sem hesitação, fez o reconhecimento pessoal, apontando o homem como autor do crime.
“Um áudio e uma fotografia do homem que estão sendo veiculadas nas redes sociais (whatsapp) não correspondem com autor de crime de estupro”, alerta a delegada.
Desde a notícia deste crime, a população da região ficou amedrontada, chegando a promover várias manifestações populares.
A delegada esclareceu que a atitude da adolescente se trata de cometimento dos ato infracional de falsa comunicação de crime e/ou denunciação caluniosa, de acordo com o Código Penal Brasileiro.
Segundo a adolescente, o estupro teria ocorrido num matagal perto do colégio onde ela estuda, no bairro de Saúde, no Litoral Norte de Maceió.
Após uma entrevista psicossocial, se constatou inúmeras contradições nas declarações da adolescente.
Ao ser novamente interrogada, na presença da psicóloga que fez a entrevista psicossocial, a garota reconheceu que inventou o crime, porque havia saído com amigas, depois das aulas e demorou a chegar em casa. Por esse motivo, com medo dos pais, disse ter sido estuprada.
Antes disso, a adolescente chegou a apontar um morador da região como autor do crime, tendo este sido levado à delegacia por uma guarnição da Polícia Militar após descrições inverídicas prestadas pela garota.
Na delegacia, a adolescente, sem hesitação, fez o reconhecimento pessoal, apontando o homem como autor do crime.
“Um áudio e uma fotografia do homem que estão sendo veiculadas nas redes sociais (whatsapp) não correspondem com autor de crime de estupro”, alerta a delegada.
Desde a notícia deste crime, a população da região ficou amedrontada, chegando a promover várias manifestações populares.
A delegada esclareceu que a atitude da adolescente se trata de cometimento dos ato infracional de falsa comunicação de crime e/ou denunciação caluniosa, de acordo com o Código Penal Brasileiro.
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