Belfort repete erros, leva surra e mostra que carreira está perto do fim
Com uma série negativa que não enfrentava 2005 (última vez que perdeu duas vezes consecutivas), Vitor Belfort mostrou neste sábado que sua incrível e longeva carreira no MMA – que chega a 20 anos daqui três dias – pode estar perto do fim.
O carioca de 39 anos teve mais uma atuação bem abaixo do que os fãs do esporte estão acostumados a vê-lo fazer e acabou derrotado de maneira muito dura pelo iraniano naturalizado holandês Gegard Mousasi, no UFC 204, na cidade inglesa de Manchester.
O brasileiro se deixou encurralar o tempo todo, andou muito para trás e não aproveitou as chances que teve quando o adversário se aproximou.
Mais que isso, ele repetiu erros importantes de suas duas derrotas anteriores. Assim como aconteceu contra Ronaldo Jacaré em maio, no UFC 198 em Curitiba, ele não partiu para cima, não atacou, como é sua principal característica. Mais uma vez esperou o momento certo, que acabou nunca chegando.
E assim como tinha acontecido quando perdeu para Chris Weidman em 2015, Vitor também não conseguiu esboçar nenhuma reação quando foi colocado de costas no chão. Virou presa fácil, mesmo sendo um faixa preta de jiu-jitsu.
Não vamos tirar os méritos de Mousasi e os números do combate deixam claros a superioridade do holandês. A estatística mostra o tamanho da surra. Ele acertou 57 golpes significativos de 114 tentados, contra apenas 8 do brasileiro, de 26 tentados.
Para um atleta que sempre primou por manter uma carreira em alto nível e com grande atuações, fica complicado esperar um retorno triunfal de Belfort. Pode ser que ele não anuncie imediatamente sua aposentadoria, mas parece que agora é questão de tempo – ou de rival pior ranqueado para que ele termine essa grande carreira com uma vitória.
O carioca de 39 anos teve mais uma atuação bem abaixo do que os fãs do esporte estão acostumados a vê-lo fazer e acabou derrotado de maneira muito dura pelo iraniano naturalizado holandês Gegard Mousasi, no UFC 204, na cidade inglesa de Manchester.
O brasileiro se deixou encurralar o tempo todo, andou muito para trás e não aproveitou as chances que teve quando o adversário se aproximou.
Mais que isso, ele repetiu erros importantes de suas duas derrotas anteriores. Assim como aconteceu contra Ronaldo Jacaré em maio, no UFC 198 em Curitiba, ele não partiu para cima, não atacou, como é sua principal característica. Mais uma vez esperou o momento certo, que acabou nunca chegando.
E assim como tinha acontecido quando perdeu para Chris Weidman em 2015, Vitor também não conseguiu esboçar nenhuma reação quando foi colocado de costas no chão. Virou presa fácil, mesmo sendo um faixa preta de jiu-jitsu.
Não vamos tirar os méritos de Mousasi e os números do combate deixam claros a superioridade do holandês. A estatística mostra o tamanho da surra. Ele acertou 57 golpes significativos de 114 tentados, contra apenas 8 do brasileiro, de 26 tentados.
Para um atleta que sempre primou por manter uma carreira em alto nível e com grande atuações, fica complicado esperar um retorno triunfal de Belfort. Pode ser que ele não anuncie imediatamente sua aposentadoria, mas parece que agora é questão de tempo – ou de rival pior ranqueado para que ele termine essa grande carreira com uma vitória.
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