Suspeito de envenenar achocolatado que matou criança em MT é solto
O idoso Adônis José Negri, de 61 anos, suspeito de ter envenenado um achocolatado que causou a morte de uma criança de dois anos em Cuiabá, em agosto deste ano, foi solto do Centro de Custódia de Cuiabá à meia-noite de sábado (1º), segundo informações da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).
Adônis estava preso desde o dia 1º de setembro e o prazo da sua prisão temporária expirou. Em depoimento ao delegado Eduardo Botelho, da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, que investigou o caso, Adônis confirmou que envenenou as embalagens de duas marcas de achocolatado e as guardou na geladeira. Ele alegou que queria matar ratos em sua casa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o menino de dois anos morreu após ingerir um achocolatado envenenado, que havia sido comprado pelo seu pai de um amigo, identificado como Deuel de Rezende Soares, de 27 anos. O responsável pela venda do achocolatado, porém, teria furtado a bebida da casa de Adônis, segundo as investigações.
Segundo a polícia, o veneno foi injetado no achocolatado por Adônis como forma de tentar se vingar de Deuel, que, conforme as investigações, furtava diversos comércios e casas da região. A polícia informou que Deuel é usuário de drogas e costumava cometer pequenos furtos e roubos naquela região. Dois furtos ocorreram na casa de Adônis, como ele próprio confessou à polícia. Da última vez, Deuel levou as embalagens de achocolatado e as vendeu por R$ 10 para o pai do menino.
Conforme o delegado Eduardo Botelho, apesar da justificativa apresentada por Adônis em depoimento, a ideia era se vingar de Deuel. “Ele contava que o autor do furto ingerisse a bebida e não outra pessoa”, disse o delegado, à época.
Adônis deve responder por crime de homicídio qualificado pelo emprego de veneno e por tentativa de homicídio. Já Deuel deve ser autuado por furto qualificado por arrombamento. Ainda segundo a polícia, caso seja confirmado que o pai da criança sabia da origem ilícita dos produtos, ele responderá por receptação.
O caso
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar a morte da criança a partir de denúncia registrada pela mãe na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A mulher, de 28 anos, relatou que o filho tomou o achocolatado por volta das 9h. Isso ocorreu na casa da família, no Bairro Parque Cuiabá, na capital. A criança passou mal minutos depois.
Ouvidos na delegacia, os pais da criança afirmaram que compraram o achocolatado de um vizinho e que a embalagem estava fechada. A mãe ainda declarou que ela e um tio da criança chegaram a ingerir a bebida e também passaram mal.
O menino foi encaminhado à Policlínica do Coxipó, em Cuiabá, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.
Adônis estava preso desde o dia 1º de setembro e o prazo da sua prisão temporária expirou. Em depoimento ao delegado Eduardo Botelho, da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, que investigou o caso, Adônis confirmou que envenenou as embalagens de duas marcas de achocolatado e as guardou na geladeira. Ele alegou que queria matar ratos em sua casa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o menino de dois anos morreu após ingerir um achocolatado envenenado, que havia sido comprado pelo seu pai de um amigo, identificado como Deuel de Rezende Soares, de 27 anos. O responsável pela venda do achocolatado, porém, teria furtado a bebida da casa de Adônis, segundo as investigações.
Segundo a polícia, o veneno foi injetado no achocolatado por Adônis como forma de tentar se vingar de Deuel, que, conforme as investigações, furtava diversos comércios e casas da região. A polícia informou que Deuel é usuário de drogas e costumava cometer pequenos furtos e roubos naquela região. Dois furtos ocorreram na casa de Adônis, como ele próprio confessou à polícia. Da última vez, Deuel levou as embalagens de achocolatado e as vendeu por R$ 10 para o pai do menino.
Conforme o delegado Eduardo Botelho, apesar da justificativa apresentada por Adônis em depoimento, a ideia era se vingar de Deuel. “Ele contava que o autor do furto ingerisse a bebida e não outra pessoa”, disse o delegado, à época.
Adônis deve responder por crime de homicídio qualificado pelo emprego de veneno e por tentativa de homicídio. Já Deuel deve ser autuado por furto qualificado por arrombamento. Ainda segundo a polícia, caso seja confirmado que o pai da criança sabia da origem ilícita dos produtos, ele responderá por receptação.
O caso
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar a morte da criança a partir de denúncia registrada pela mãe na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A mulher, de 28 anos, relatou que o filho tomou o achocolatado por volta das 9h. Isso ocorreu na casa da família, no Bairro Parque Cuiabá, na capital. A criança passou mal minutos depois.
Ouvidos na delegacia, os pais da criança afirmaram que compraram o achocolatado de um vizinho e que a embalagem estava fechada. A mãe ainda declarou que ela e um tio da criança chegaram a ingerir a bebida e também passaram mal.
O menino foi encaminhado à Policlínica do Coxipó, em Cuiabá, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.
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