Polícia já tem suspeitos de sumiço de professor de Química da Ufal
O delegado Filipe Caldas, da Seção Antissequestro da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), revelou à reportagem da Gazeta de Alagoas que a Polícia Civil tem suspeitos do desaparecimento do professor Daniel Thiele, do Instituto de Química e Biotecnologia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O caso caminha para um desfecho nos próximos dias, como acredita o responsável pelo inquérito policial.
Filipe Caldas disse, ainda, que a equipe já tem dados suficientes para encerrar o inquérito policial e que as linhas de investigação “mais fortes” até agora são latrocínio e crime passional. “As investigações estão avançando bem, mas não podemos revelar detalhes. Infelizmente é remota a possibilidade de encontrar o professor com vida”, afirma.
O caso está sendo investigado pela Deic, por determinação do delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira. Em nota enviada à Gazeta, a assessoria de comunicação da Ufal informou que a reitora Valéria Correia enviou ofício para a Polícia Federal e ligou nessa segunda-feira para a superintendência da PF em Alagoas para solicitar informações a respeito do caso do professor desaparecido.
Trecho da nota afirma que a universidade está acompanhando o caso: “A nossa gestão está empenhada na procura do professor e à disposição da família”. A reportagem falou com a assessoria da PF, que negou estar apurando o desaparecimento do educador. O delegado Filipe Caldas afirmou que não haverá necessidade, pelo menos por enquanto, de solicitar apoio de outra polícia no caso.
Filipe Caldas disse, ainda, que a equipe já tem dados suficientes para encerrar o inquérito policial e que as linhas de investigação “mais fortes” até agora são latrocínio e crime passional. “As investigações estão avançando bem, mas não podemos revelar detalhes. Infelizmente é remota a possibilidade de encontrar o professor com vida”, afirma.
O caso está sendo investigado pela Deic, por determinação do delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira. Em nota enviada à Gazeta, a assessoria de comunicação da Ufal informou que a reitora Valéria Correia enviou ofício para a Polícia Federal e ligou nessa segunda-feira para a superintendência da PF em Alagoas para solicitar informações a respeito do caso do professor desaparecido.
Trecho da nota afirma que a universidade está acompanhando o caso: “A nossa gestão está empenhada na procura do professor e à disposição da família”. A reportagem falou com a assessoria da PF, que negou estar apurando o desaparecimento do educador. O delegado Filipe Caldas afirmou que não haverá necessidade, pelo menos por enquanto, de solicitar apoio de outra polícia no caso.
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