Candidata a vereadora descobre que fez campanha com número diferente
Uma candidata a vereadora em Guajará-Mirim (RO), distante 330 quilômetros de Porto Velho, descobriu que fez campanha para si mesma com o número errado somente na hora de votar. Ao tentar registrar seu nome nas urnas, o voto aparecia como nulo. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o 'santinho' da vereadora não estava com o número oficial de registro no órgão.
Em entrevista, a candidata a vereadora pelo PTN, Edilamar Quintão, falou que fez a divulgação de sua campanha durante 45 dias com o número 19.159, mas foi pega de surpresa quando foi votar em si mesma e não conseguiu.
"Quando digitei apareceu candidato inexistente, então chamei o presidente da seção para ver o que estava acontecendo. Ele conferiu o número e disse que era 19.789. Fiquei frustrada e estou muito decepcionada com isso", comentou Edilamar.O Chefe de cartório da 1ª Zona Eleitoral do município, Diogo Anderson Lopes, disse que a candidatura foi registrada com o número 19.789, com a assinatura e o devido conhecimento da candidata a vereadora, conforme consta no documento oficial de registro.
"Ela já compareceu aqui no cartório eleitoral para tratar do caso. Pode ter havido algum erro na gráfica ou da própria coligação. No nosso sistema o número certo é 19.789, mas ela fez toda a campanha com o número 19.159", explicou Diogo.
Ele declarou ainda, que a candidata será prejudicada em relação aos votos computados. Segundo ele, o número divulgado na campanha é inexistente e os eleitores não conseguirão votar na candidata.
"Quem votar neste número vai estar anulando seu voto. Ela não vai ter nenhum registro devido a essa situação, nem o dela próprio. A Justiça Eleitoral não tem nada a ver com este erro, pois tudo foi feito de acordo com as normas", justificou o servidor.
A candidata registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Polícia Civil e disse que pretende procurar orientação de um advogado.
"Estou me sentindo muito prejudicada, pois agora não dá mais tempo para nada. Vou ser a piada da cidade e com certeza minha candidatura foi por água abaixo. Essa situação é difícil", desabafa.
Segundo o Juiz Eleitoral Paulo José do Nascimento Fabrício em Guajará-Mirim é a primeira vez que aconteceu esse tipo de ocorrência. "É uma situação inusitada, pois nunca tinha visto nada parecido nas eleições. Ela não tem como recorrer, pois o erro não partiu do TRE", disse o Juiz responsável pelas Zona Eleitoral de Guajará-Mirim e Nova Mamoré.
Em entrevista, a candidata a vereadora pelo PTN, Edilamar Quintão, falou que fez a divulgação de sua campanha durante 45 dias com o número 19.159, mas foi pega de surpresa quando foi votar em si mesma e não conseguiu.
"Quando digitei apareceu candidato inexistente, então chamei o presidente da seção para ver o que estava acontecendo. Ele conferiu o número e disse que era 19.789. Fiquei frustrada e estou muito decepcionada com isso", comentou Edilamar.O Chefe de cartório da 1ª Zona Eleitoral do município, Diogo Anderson Lopes, disse que a candidatura foi registrada com o número 19.789, com a assinatura e o devido conhecimento da candidata a vereadora, conforme consta no documento oficial de registro.
"Ela já compareceu aqui no cartório eleitoral para tratar do caso. Pode ter havido algum erro na gráfica ou da própria coligação. No nosso sistema o número certo é 19.789, mas ela fez toda a campanha com o número 19.159", explicou Diogo.
Ele declarou ainda, que a candidata será prejudicada em relação aos votos computados. Segundo ele, o número divulgado na campanha é inexistente e os eleitores não conseguirão votar na candidata.
"Quem votar neste número vai estar anulando seu voto. Ela não vai ter nenhum registro devido a essa situação, nem o dela próprio. A Justiça Eleitoral não tem nada a ver com este erro, pois tudo foi feito de acordo com as normas", justificou o servidor.
A candidata registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Polícia Civil e disse que pretende procurar orientação de um advogado.
"Estou me sentindo muito prejudicada, pois agora não dá mais tempo para nada. Vou ser a piada da cidade e com certeza minha candidatura foi por água abaixo. Essa situação é difícil", desabafa.
Segundo o Juiz Eleitoral Paulo José do Nascimento Fabrício em Guajará-Mirim é a primeira vez que aconteceu esse tipo de ocorrência. "É uma situação inusitada, pois nunca tinha visto nada parecido nas eleições. Ela não tem como recorrer, pois o erro não partiu do TRE", disse o Juiz responsável pelas Zona Eleitoral de Guajará-Mirim e Nova Mamoré.
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