Após pedido de vistas, julgamento de réus da Taturana é adiado
O julgamento do recurso dos condenados por participação no esquema revelado pela Operação Taturana foi adiado, nesta quinta-feira (22), após o pedido de vistas do desembargador Fernando Tourinho. De acordo com o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), a data definida para a conclusão do julgamento foi o dia 29 deste mês.
A Operação Taturana foi desencadeada em 2007 e tinha como alvo deputados estaduais suspeitos de desvios de mais de R$ 300 milhões da Assembleia Legislativa. Segundo as investigações, os acusados contraíram empréstimos pessoais fraudulentos junto ao Banco Rural S/A, que eram pagos com cheques da ALE.
Foram condenados por participação no esquema João Beltrão, Maria José Viana, Cícero Amélio, Paulo Fernando dos Santos (o Paulão), Manoel Gomes de Barros Filho (o Nelito Gomes), José Adalberto Cavalcante Silva, Arthur Lira, Celso Luiz Tenório Brandão e Cícero Almeida, além do banco Rural S/A, e todos eles recorreram.
Durante a apreciação dos recursos, o desembargador Fernando Tourinho pediu vistas após o desembargador-relator do processo, Domingos Neto, votar pela manutenção das condenção. Tourinho afirmou que pediu vistas para analisar o pedido da defesa de Arthur Lira, que afirma que a notificação ao réu não foi realizada de maneira correta.
O julgamento do recurso dos condenados por participação no esquema revelado pela Operação Taturana foi adiado, nesta quinta-feira (22), após o pedido de vistas do desembargador Fernando Tourinho. De acordo com o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), a data definida para a conclusão do julgamento foi o dia 29 deste mês.
A Operação Taturana foi desencadeada em 2007 e tinha como alvo deputados estaduais suspeitos de desvios de mais de R$ 300 milhões da Assembleia Legislativa. Segundo as investigações, os acusados contraíram empréstimos pessoais fraudulentos junto ao Banco Rural S/A, que eram pagos com cheques da ALE.
Foram condenados por participação no esquema João Beltrão, Maria José Viana, Cícero Amélio, Paulo Fernando dos Santos (o Paulão), Manoel Gomes de Barros Filho (o Nelito Gomes), José Adalberto Cavalcante Silva, Arthur Lira, Celso Luiz Tenório Brandão e Cícero Almeida, além do banco Rural S/A, e todos eles recorreram.
Durante a apreciação dos recursos, o desembargador Fernando Tourinho pediu vistas após o desembargador-relator do processo, Domingos Neto, votar pela manutenção das condenção. Tourinho afirmou que pediu vistas para analisar o pedido da defesa de Arthur Lira, que afirma que a notificação ao réu não foi realizada de maneira correta.
Defesa critica condução do processo
Os advogados dos condenados da Operação Taturana alegam que os clientes não tiveram chance de defesa prévia, e por isso pedem a anulação do processo.
No início da sessão, falaram os advogados de defesa dos apelantes. Todos eles concordam que o processo deveria ser anulado porque os réus não tiveram chance de defesa prévia, além de outras inconsistências apontadas por eles no decorrer do julgamento.
Entretanto, o procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, afirma que não há dúvidas sobre a participação deles no esquema e defende a legitimidade do processo, que tem 13 mil páginas. "Há provas irrefutáveis no processo. Houve uma tramitação morosa da maior roubalheira do estado de Alagoas".
À época da Operação Taturana, em 2007, foram ouvidas mais de 400 pessoas e 109 foram indiciadas pela Polícia Federal (PF). Entre os indiciados, 16 deputados estaduais, 10 ex-deputados, 2 prefeitos, 1 vereador e 3 secretários municipais. Mas como os processos foram separados pela justiça, somente dez réus estão citados no processo apreciado nesta quinta.
A Operação Taturana foi desencadeada em 2007 e tinha como alvo deputados estaduais suspeitos de desvios de mais de R$ 300 milhões da Assembleia Legislativa. Segundo as investigações, os acusados contraíram empréstimos pessoais fraudulentos junto ao Banco Rural S/A, que eram pagos com cheques da ALE.
Foram condenados por participação no esquema João Beltrão, Maria José Viana, Cícero Amélio, Paulo Fernando dos Santos (o Paulão), Manoel Gomes de Barros Filho (o Nelito Gomes), José Adalberto Cavalcante Silva, Arthur Lira, Celso Luiz Tenório Brandão e Cícero Almeida, além do banco Rural S/A, e todos eles recorreram.
Durante a apreciação dos recursos, o desembargador Fernando Tourinho pediu vistas após o desembargador-relator do processo, Domingos Neto, votar pela manutenção das condenção. Tourinho afirmou que pediu vistas para analisar o pedido da defesa de Arthur Lira, que afirma que a notificação ao réu não foi realizada de maneira correta.
O julgamento do recurso dos condenados por participação no esquema revelado pela Operação Taturana foi adiado, nesta quinta-feira (22), após o pedido de vistas do desembargador Fernando Tourinho. De acordo com o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), a data definida para a conclusão do julgamento foi o dia 29 deste mês.
A Operação Taturana foi desencadeada em 2007 e tinha como alvo deputados estaduais suspeitos de desvios de mais de R$ 300 milhões da Assembleia Legislativa. Segundo as investigações, os acusados contraíram empréstimos pessoais fraudulentos junto ao Banco Rural S/A, que eram pagos com cheques da ALE.
Foram condenados por participação no esquema João Beltrão, Maria José Viana, Cícero Amélio, Paulo Fernando dos Santos (o Paulão), Manoel Gomes de Barros Filho (o Nelito Gomes), José Adalberto Cavalcante Silva, Arthur Lira, Celso Luiz Tenório Brandão e Cícero Almeida, além do banco Rural S/A, e todos eles recorreram.
Durante a apreciação dos recursos, o desembargador Fernando Tourinho pediu vistas após o desembargador-relator do processo, Domingos Neto, votar pela manutenção das condenção. Tourinho afirmou que pediu vistas para analisar o pedido da defesa de Arthur Lira, que afirma que a notificação ao réu não foi realizada de maneira correta.
Defesa critica condução do processo
Os advogados dos condenados da Operação Taturana alegam que os clientes não tiveram chance de defesa prévia, e por isso pedem a anulação do processo.
No início da sessão, falaram os advogados de defesa dos apelantes. Todos eles concordam que o processo deveria ser anulado porque os réus não tiveram chance de defesa prévia, além de outras inconsistências apontadas por eles no decorrer do julgamento.
Entretanto, o procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, afirma que não há dúvidas sobre a participação deles no esquema e defende a legitimidade do processo, que tem 13 mil páginas. "Há provas irrefutáveis no processo. Houve uma tramitação morosa da maior roubalheira do estado de Alagoas".
À época da Operação Taturana, em 2007, foram ouvidas mais de 400 pessoas e 109 foram indiciadas pela Polícia Federal (PF). Entre os indiciados, 16 deputados estaduais, 10 ex-deputados, 2 prefeitos, 1 vereador e 3 secretários municipais. Mas como os processos foram separados pela justiça, somente dez réus estão citados no processo apreciado nesta quinta.
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