'Nunca se roubou tanto em Alagoas como na época da Taturana', diz procurador
Durante o julgamento de recursos de condenados na Operação Taturana, na manhã desta quinta-feira (22), o procurador de Justiça Dennis Calheiros, integrante da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) de Alagoas afirmou que o período investigado nesta ação é considerado o mais crítico aos cofres públicos. Segundo ele, 'nunca se roubou tanto no estado de Alagoas como naquele período'.
Ele disse que os índices de Alagoas estão entre os piores do Brasil e isso se deve pelo alto grau de corrupção e por todo esse roubo, que tira dinheiro de áreas que realmente necessitam. A Taturana conseguiu descobrir um rombo de mais de R$ 300 milhões da Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
"Deste modo, a ação civil pública busca resgatar e fazer prevalecer os preceitos éticos e morais e, ao mesmo tempo, reprimir a conduta dos agentes que se comportaram sem honestidade, como é o caso agora", afirmou. Ele disse que os autos não deixam dúvida do dolo e que os atos foram praticados pelos réus de má-fé.
O procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, disse, durante as considerações, que fica indignado todas as vezes que faz a leitura do referido processo. "É um processo que versa sobre a maior roubalheira já vista no estado de Alagoas". Ele disse que nem sempre os advogados se preocupam com a defesa, mas, sim, em tecer críticas ao Ministério Público.
Jucá reclamou da tática da defesa dos réus, que "além do Ministério Público, colocou no banco dos réus quatro magistrados que dignificam o Poder Judiciário em Alagoas". Os juízes são Alexandre Machado de Oliveira, André Avancini Sacola, Carlos Santos de Melo e Gustavo Souza Lima.
"Eles tiveram não a coragem, mas o sentimento de prestar jurisdição numa relação processual. Proferiram uma sentença irrepreensível, sem mácula, mas que foi atacada porque ousaram condenar as pessoas que se entendiam intocáveis. Os quatro aplicaram a lei corretamente e condenaram por ato de improbidade administrativa nove acusados", avalia.
Ele disse também que todos os réus foram citados, mas tentaram burlar isso porque "o grande objetivo não é provar inocência, mas eternizar processo".
Ele disse que os índices de Alagoas estão entre os piores do Brasil e isso se deve pelo alto grau de corrupção e por todo esse roubo, que tira dinheiro de áreas que realmente necessitam. A Taturana conseguiu descobrir um rombo de mais de R$ 300 milhões da Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
"Deste modo, a ação civil pública busca resgatar e fazer prevalecer os preceitos éticos e morais e, ao mesmo tempo, reprimir a conduta dos agentes que se comportaram sem honestidade, como é o caso agora", afirmou. Ele disse que os autos não deixam dúvida do dolo e que os atos foram praticados pelos réus de má-fé.
O procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, disse, durante as considerações, que fica indignado todas as vezes que faz a leitura do referido processo. "É um processo que versa sobre a maior roubalheira já vista no estado de Alagoas". Ele disse que nem sempre os advogados se preocupam com a defesa, mas, sim, em tecer críticas ao Ministério Público.
Jucá reclamou da tática da defesa dos réus, que "além do Ministério Público, colocou no banco dos réus quatro magistrados que dignificam o Poder Judiciário em Alagoas". Os juízes são Alexandre Machado de Oliveira, André Avancini Sacola, Carlos Santos de Melo e Gustavo Souza Lima.
"Eles tiveram não a coragem, mas o sentimento de prestar jurisdição numa relação processual. Proferiram uma sentença irrepreensível, sem mácula, mas que foi atacada porque ousaram condenar as pessoas que se entendiam intocáveis. Os quatro aplicaram a lei corretamente e condenaram por ato de improbidade administrativa nove acusados", avalia.
Ele disse também que todos os réus foram citados, mas tentaram burlar isso porque "o grande objetivo não é provar inocência, mas eternizar processo".
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