Após polêmica da PC, delegado diz que vai comprar 1,4 mil coletes à prova de bala
Após os agentes da Polícia Civil de Alagoas jogarem no lixo coletes à prova de bala que estavam vencidos, o delegado-geral da polícia judiciária, Paulo Cerqueira, informou, na tarde desta segunda-feira (19), que esta semana será empenhada a compra de 1.400 novos equipamentos. O delegado assegurou que, apesar do ato, os policiais que precisam de coletes têm em mãos os equipamentos necessários para o desempenho das funções.
De acordo com Paulo Cerqueira, desde o ano passado, o setor de compras da Polícia Civil vinha realizando os estudos e o levantamento necessário para a aquisição dos novos equipamentos de proteção. Contudo, explicou ele, a burocracia administrativa não ''permitiu uma maior celeridade na aquisição dos coletes à prova de bala". O material deve ser entregue à instituição dentro de até 40 dias.
"Como todos sabem, a maioria dos agentes trabalha na investigação e, em muitos casos, não se faz necessária a utilização destes equipamentos. Independentemente disso, vamos realizar novas compras que seguramente vão permitir que todos os agentes tenham em mãos um colete à prova de bala. Todo esse processo deve ser concluído até o final do ano", explicou.
Ainda segundo o delegado-geral, apenas os agentes que trabalham em unidades especializadas, como Tigre, Oplit e outros, necessitam diariamente do equipamento. Segundo ele, isso contabiliza cerca de 300 agentes que precisam dos colete. Atualmente, a instituição conta com 725 equipamentos em perfeitas condições de uso.
Entenda o caso
Policiais civis de Alagoas jogaram no lixo coletes à prova de balas que estavam vencidos, em um protesto na manhã desta segunda-feira (19), no centro de Maceió. Segundo a categoria, há coletes que venceram há mais de seis meses.
De acordo com o diretor de planejamento do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), Estélio Júnior, os coletes jogados no lixo estavam sendo usados pelos policiais. "Tem colete que venceu há três meses, seis e até mais. Nós não podemos trabalhar assim. O governo falou que novos coletes iriam chegar, mas até agora nada", disse.
Por meio de nota, a direção da Polícia Civil admite que parte dos coletes disponíveis na instituição teve a validade vencida neste mês, mas que já adquiquiriu 127 novos e, antes do final deste ano, todos os policiais civis terão à disposição novos equipamentos.
Segundo a nota, isso será possível a partir da aquisição de 1.400 coletes, por meio da Secretaria de Segurança Pública, e mais 622 que serão doados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça.
Os policiais também reivindicam a revisão do Plano de Cargos Carreiras (PCC), aumento do piso salarial e pagamento de periculosidade de serviço, a insalubridade. Eles são contra a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo do estado na semana passada.
De acordo com Paulo Cerqueira, desde o ano passado, o setor de compras da Polícia Civil vinha realizando os estudos e o levantamento necessário para a aquisição dos novos equipamentos de proteção. Contudo, explicou ele, a burocracia administrativa não ''permitiu uma maior celeridade na aquisição dos coletes à prova de bala". O material deve ser entregue à instituição dentro de até 40 dias.
"Como todos sabem, a maioria dos agentes trabalha na investigação e, em muitos casos, não se faz necessária a utilização destes equipamentos. Independentemente disso, vamos realizar novas compras que seguramente vão permitir que todos os agentes tenham em mãos um colete à prova de bala. Todo esse processo deve ser concluído até o final do ano", explicou.
Ainda segundo o delegado-geral, apenas os agentes que trabalham em unidades especializadas, como Tigre, Oplit e outros, necessitam diariamente do equipamento. Segundo ele, isso contabiliza cerca de 300 agentes que precisam dos colete. Atualmente, a instituição conta com 725 equipamentos em perfeitas condições de uso.
Entenda o caso
Policiais civis de Alagoas jogaram no lixo coletes à prova de balas que estavam vencidos, em um protesto na manhã desta segunda-feira (19), no centro de Maceió. Segundo a categoria, há coletes que venceram há mais de seis meses.
De acordo com o diretor de planejamento do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), Estélio Júnior, os coletes jogados no lixo estavam sendo usados pelos policiais. "Tem colete que venceu há três meses, seis e até mais. Nós não podemos trabalhar assim. O governo falou que novos coletes iriam chegar, mas até agora nada", disse.
Por meio de nota, a direção da Polícia Civil admite que parte dos coletes disponíveis na instituição teve a validade vencida neste mês, mas que já adquiquiriu 127 novos e, antes do final deste ano, todos os policiais civis terão à disposição novos equipamentos.
Segundo a nota, isso será possível a partir da aquisição de 1.400 coletes, por meio da Secretaria de Segurança Pública, e mais 622 que serão doados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça.
Os policiais também reivindicam a revisão do Plano de Cargos Carreiras (PCC), aumento do piso salarial e pagamento de periculosidade de serviço, a insalubridade. Eles são contra a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo do estado na semana passada.
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