8 mil empresas fecharam as portas em Alagoas, aponta IBGE
O número de empresas e filiais que fecharam em Alagoas em 2014 foi maior que o número de novos empreendimentos. Segundo uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de oito mil empresas fecharam as portas em Alagoas no ano de 2014.
O levantamento mostra que o estado tinha 36.691 unidades locais ativas naquele ano. Destas, 29.778 eram sobreviventes, tinham sido abertas em anos anteriores e continuavam no mercado, uma taxa de 81,2%.
O aumento no número de empreendimentos foi de 18,8%, mas superado pelos 22,6% que não conseguiram se manter em atividade.
A situação é semelhante à registrada no país, que pela primeira vez desde 2008, quando começou a pesquisa, teve uma diferença negativa entre o número de empreendimentos que entraram e saíram no mercado.
O levantamento aponta também o número de pessoal ocupado assalariado nas unidades no estado naquele ano. Ao todo, havia 319.332 pessoas distribuídas nos empreendimentos em atividade, 12.765 delas absorvidas pelos novos.
Alagoas manteve taxas semelhantes às registradas para as regiões Nordeste (17,3% e 24,9%), Norte (19,3% e 28,1%) e Centro-Oeste (17,6% e 20,9%), que apresentaram as maiores taxas de entrada e saída. As Regiões Sudeste e Sul registraram as maiores taxas de sobrevivência.
De acordo com o IBGE, as maiores taxas de entrada e saída do mercado foram observadas nas regiões onde há baixos valores absolutos de unidades locais novas e extintas e também de unidades ativas, isso faz com que pequenas variações ocasionem taxas elevadas de entrada e saída do mercado.
O levantamento mostra que o estado tinha 36.691 unidades locais ativas naquele ano. Destas, 29.778 eram sobreviventes, tinham sido abertas em anos anteriores e continuavam no mercado, uma taxa de 81,2%.
O aumento no número de empreendimentos foi de 18,8%, mas superado pelos 22,6% que não conseguiram se manter em atividade.
A situação é semelhante à registrada no país, que pela primeira vez desde 2008, quando começou a pesquisa, teve uma diferença negativa entre o número de empreendimentos que entraram e saíram no mercado.
O levantamento aponta também o número de pessoal ocupado assalariado nas unidades no estado naquele ano. Ao todo, havia 319.332 pessoas distribuídas nos empreendimentos em atividade, 12.765 delas absorvidas pelos novos.
Alagoas manteve taxas semelhantes às registradas para as regiões Nordeste (17,3% e 24,9%), Norte (19,3% e 28,1%) e Centro-Oeste (17,6% e 20,9%), que apresentaram as maiores taxas de entrada e saída. As Regiões Sudeste e Sul registraram as maiores taxas de sobrevivência.
De acordo com o IBGE, as maiores taxas de entrada e saída do mercado foram observadas nas regiões onde há baixos valores absolutos de unidades locais novas e extintas e também de unidades ativas, isso faz com que pequenas variações ocasionem taxas elevadas de entrada e saída do mercado.
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