Impeachment alerta que processo democrático precisa ser aperfeiçoado, diz Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que o impeachment de Dilma Rousseff demonstrou que o Brasil ainda precisa aperfeiçoar seu processo democrático e não descartou conversar com o governo do presidente Michel Temer para assuntos de "interesse da sociedade".
Brasília - O ex-presidente Lula participa da cerimônia de posse da nova presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia (Valter Campanato/Agência Brasil)
O ex-presidente Lula participa da cerimônia de posse da nova presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia Valter Campanato/Agência Brasil
Ao sair do Supremo Tribunal Federal (STF), onde participou da posse da ministra Cárrmen Lúcia, Lula disse que o movimento contrário ao governo de Temer tende a "perdurar", porque "uma parcela da sociedade continua indignada".
"O Brasil aprendeu que ainda falta muito para consolidar seu processo democrático. O impeachment consagrado apenas por conta de uma maioria política eventual, sem levar em conta a inexistência de crime de responsabilidade, é grave. Todos que votaram sabem que foi uma votação eminentemente poítica", afirmou.
Ao ser perguntado sobre um possível diálogo com o presidente Temer, Lula disse que, "se algum dia for necessário" conversar com "qualquer pessoa", ele o fará, mas afirmou não ser preciso "nesse momento". "Se tiver alguma coisa que seja de extremo interesse do conjunto da sociedade em votações, obviamente o partido vai pensar direito. Mas tentar resolver o problema da crise mexendo nos direitos dos trabalhadores é inaceitável", afirmou.
O ex-presidente, que esteve no evento ao lado do também ex-presidente José Sarney e do governador de Minas, Fernando Pimentel, disse que o PT precisa reaprender a fazer oposição. "Eu penso que é um alerta para a gente tentar aperfeiçoar o processo democrático. A democracia é uma construção constante".
Durante a posse, dois protestos se coincidiram e fizeram barulho em frente ao Supremo Tribunal Federal. Um dos atos já ocorria antes do evento, e reuniu algumas pessoas para pedir o fim da corrupção.
Faixas com palavras de ordem como "Fora corruptos" e "Lula ladrão, o povo brasileiro exige sua prisão" foram exibidas pelos manifestantes, que tocaram vuvuzelas durante boa parte do tempo.
Com megafones e vestidos de preto, os policiais civis do Distrito Federal chegaram à Praça dos Três Poderes para pressionarem o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, e o presidente Michel Temer, para cobrar o envio de projeto de lei ao Congresso Nacional que recompõe as perdas salariais da categoria.
Brasília - O ex-presidente Lula participa da cerimônia de posse da nova presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia (Valter Campanato/Agência Brasil)
O ex-presidente Lula participa da cerimônia de posse da nova presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia Valter Campanato/Agência Brasil
Ao sair do Supremo Tribunal Federal (STF), onde participou da posse da ministra Cárrmen Lúcia, Lula disse que o movimento contrário ao governo de Temer tende a "perdurar", porque "uma parcela da sociedade continua indignada".
"O Brasil aprendeu que ainda falta muito para consolidar seu processo democrático. O impeachment consagrado apenas por conta de uma maioria política eventual, sem levar em conta a inexistência de crime de responsabilidade, é grave. Todos que votaram sabem que foi uma votação eminentemente poítica", afirmou.
Ao ser perguntado sobre um possível diálogo com o presidente Temer, Lula disse que, "se algum dia for necessário" conversar com "qualquer pessoa", ele o fará, mas afirmou não ser preciso "nesse momento". "Se tiver alguma coisa que seja de extremo interesse do conjunto da sociedade em votações, obviamente o partido vai pensar direito. Mas tentar resolver o problema da crise mexendo nos direitos dos trabalhadores é inaceitável", afirmou.
O ex-presidente, que esteve no evento ao lado do também ex-presidente José Sarney e do governador de Minas, Fernando Pimentel, disse que o PT precisa reaprender a fazer oposição. "Eu penso que é um alerta para a gente tentar aperfeiçoar o processo democrático. A democracia é uma construção constante".
Durante a posse, dois protestos se coincidiram e fizeram barulho em frente ao Supremo Tribunal Federal. Um dos atos já ocorria antes do evento, e reuniu algumas pessoas para pedir o fim da corrupção.
Faixas com palavras de ordem como "Fora corruptos" e "Lula ladrão, o povo brasileiro exige sua prisão" foram exibidas pelos manifestantes, que tocaram vuvuzelas durante boa parte do tempo.
Com megafones e vestidos de preto, os policiais civis do Distrito Federal chegaram à Praça dos Três Poderes para pressionarem o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, e o presidente Michel Temer, para cobrar o envio de projeto de lei ao Congresso Nacional que recompõe as perdas salariais da categoria.
Últimas Notícias
Polícia
Foragido da justiça baiana é preso durante operação integrada no Sertão de Alagoas
Maceió
Motoboys se mobilizam em Maceió por melhores condições de trabalho
Polícia
Indivíduo preso pela Força Tática do 12 Bpm após furtar motocicleta na Cidade Universitária
Polícia
Força Tática Do 4 Bpm prende indivíduo por tráfico de drogas e arma de fogo na Cidade Universitária
Polícia
Força Tática da 2 Cia prende indivíduo por tráfico de drogas em Paripueira
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Campanha 'Eu sou queridinho'
TV JÁ É
Prefeitura de Arapiraca firma parceria com Hospital Ágape
TV JÁ É

