Detento troca de roupa e foge pelo portão principal de Presídio de Segurança Máxima
No fim da tarde desse sábado (3), um reeducando do Presídio de Segurança Máxima (PSM) de Maceió aproveitou o horário de visitas para driblar a segurança e escapar tranquilamente do local, sem ao menos ser notado pelos agentes penitenciários, que só perceberam sua ausência após a contagem dos presos feita diariamente.
De acordo com informações, Samuel Teodósio dos Santos recebeu a visita de familiares, trocou o traje de detento por uma roupa comum e se misturou à multidão – visitantes do local - na hora da saída. O detento se dirigiu normalmente ao portão principal do PSM sem ser notado e fugiu.
Samuel tem três entradas no sistema prisional de Alagoas. A primeira delas aconteceu em 2011, pelo crime de tráfico de entorpecentes; a segunda foi em 2012, por homicídio, porte ilegal de arma de fogo e formação de quadrilha; e na última, em 2015, ele foi levado ao presídio por roubo e tráfico.
O secretário estadual de Ressocialização e Inclusão Social, tenente-coronel Marcos Sérgio Freitas, confirmou o episódio como sendo o primeiro da história desta penitenciária, inaugurada há quatro anos com a pretensão de abrigar os detentos considerados perigosos.
Ele diz acreditar que houve descuido por parte dos agentes do expediente.
O gestor determinou que a corregedoria do sistema penitenciário abra procedimento administrativo (sindicância) para apurar as circunstâncias desta fuga. Servidores serão designados para atuar nesta investigação e terão um prazo para descobrir como se deu o fato. Caso seja comprovado que houve negligência ou facilitação para que o detento escapasse, os agentes podem ser punidos até com a demissão do serviço público.
De acordo com informações, Samuel Teodósio dos Santos recebeu a visita de familiares, trocou o traje de detento por uma roupa comum e se misturou à multidão – visitantes do local - na hora da saída. O detento se dirigiu normalmente ao portão principal do PSM sem ser notado e fugiu.
Samuel tem três entradas no sistema prisional de Alagoas. A primeira delas aconteceu em 2011, pelo crime de tráfico de entorpecentes; a segunda foi em 2012, por homicídio, porte ilegal de arma de fogo e formação de quadrilha; e na última, em 2015, ele foi levado ao presídio por roubo e tráfico.
O secretário estadual de Ressocialização e Inclusão Social, tenente-coronel Marcos Sérgio Freitas, confirmou o episódio como sendo o primeiro da história desta penitenciária, inaugurada há quatro anos com a pretensão de abrigar os detentos considerados perigosos.
Ele diz acreditar que houve descuido por parte dos agentes do expediente.
O gestor determinou que a corregedoria do sistema penitenciário abra procedimento administrativo (sindicância) para apurar as circunstâncias desta fuga. Servidores serão designados para atuar nesta investigação e terão um prazo para descobrir como se deu o fato. Caso seja comprovado que houve negligência ou facilitação para que o detento escapasse, os agentes podem ser punidos até com a demissão do serviço público.
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