Sargento morto durante ocorrência é sepultado sob forte comoção, em Maceió
O sargento PM Cabral, lotado no Batalhão de Polícia de Eventos, foi sepultado na tarde desta sexta-feira (2), no Cemitério Parque Maceió, no bairro do Benedito Bentes, na parte alta da capital. Dezenas de familiares e amigos, além de autoridades e colegas de farda, acompanharam a cerimônia do adeus ao militar que, na madrugada de hoje, foi baleado e morto durante ocorrência policial no bairro do Jacintinho, em Maceió. Na oportunidade, parentes do sargento cobraram justiça e criticaram órgãos de defesa de Direitos Humanos, cobrando assistência aos agentes de segurança também vítimas da criminalidade em Alagoas.
Durante as homenagens concedidas ao militar, o sogro e a esposa da vítima parabenizaram a ação da polícia no combate à violência no estado, mas afirmaram que, até o presente momento, "ninguém dos Direitos Humanos" chegou a procurar a família do sargento para lhe ofertar algum tipo de apoio. "Ninguém defende a polícia", esbravejava a esposa.
Já o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcos Sampaio, destacou a dedicação do sargento Cabral à Polícia Militar de Alagoas, enquanto o secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, referiu-se ao policial como "um grande combatente", reforçando o legado que este deixará na PM.
Na despedida, o titular da Segurança Pública - que também esteve acompanhado do diretor-geral da Policia Civil, delegado Paulo Cerqueira - se emocionou ao recordar ter trabalhado com o colega de farda no 4º Batalhão.
"Cabral arriscou a sua vida para salvar a da sociedade. Cabral deixou um legado de profissionalismo, de ética e de decência. É em momentos como o que ele vivenciou que o guerreiro militar transforma a dor em incentivo no combate ao crime. E este crime não vai ficar impune. Vamos caçar o responsável onde ele estiver", disse o coronel.
Durante as homenagens concedidas ao militar, o sogro e a esposa da vítima parabenizaram a ação da polícia no combate à violência no estado, mas afirmaram que, até o presente momento, "ninguém dos Direitos Humanos" chegou a procurar a família do sargento para lhe ofertar algum tipo de apoio. "Ninguém defende a polícia", esbravejava a esposa.
Já o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcos Sampaio, destacou a dedicação do sargento Cabral à Polícia Militar de Alagoas, enquanto o secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, referiu-se ao policial como "um grande combatente", reforçando o legado que este deixará na PM.
Na despedida, o titular da Segurança Pública - que também esteve acompanhado do diretor-geral da Policia Civil, delegado Paulo Cerqueira - se emocionou ao recordar ter trabalhado com o colega de farda no 4º Batalhão.
"Cabral arriscou a sua vida para salvar a da sociedade. Cabral deixou um legado de profissionalismo, de ética e de decência. É em momentos como o que ele vivenciou que o guerreiro militar transforma a dor em incentivo no combate ao crime. E este crime não vai ficar impune. Vamos caçar o responsável onde ele estiver", disse o coronel.
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