2ª temporada de 'Narcos' é lançada pela Netflix e mostra fim do reinado de Pablo Escobar
O corpo crivado de balas despencando de um telhado de Medellín, em 2 de dezembro de 1993, marcou o fim do longo e violento reinado de Pablo Escobar como o maior traficante de cocaína do mundo. Este deverá ser o clímax da segunda temporada do seriado Narcos, que entra na grade da Netflix a partir das 4h desta sexta-feira.
Os 10 novos episódios vão mostrar a caçada promovida a Escobar desde 22 de julho de 1992, quando, temendo ser extraditado para os Estados Unidos, fugiu de La Catedral, a prisão com ares palacianos que ele mesmo havia construído, em um acordo com as autoridades, para dar uma trégua na onda de atentados e assassinatos que promoveu na Colômbia quando se viu acuado – e de onde seguia comandando suas operações.
No encalço de Escobar, vivido pelo ator brasileiro Wagner Moura, seguiram inimigos múltiplos: exército, polícia, traficantes rivais, agentes da DEA (o departamento norte-americano de combate às drogas) e grupos paramilitares que ninguém arriscava definir se estavam do lado dos bandidos ou dos mocinhos — percepção volúvel conforme as circunstâncias. Até hoje não se sabe quem deu o tiro fatal na cabeça de Escobar, se foi resultante da troca de tiros ou uma execução para calar a revelação de cúmplices poderosos ou até mesmo um suicídio como derradeiro ato de coragem — hipótese defendida por seus familiares.
Na primeira temporada, Narcos acompanhou a ascensão de Escobar, de pequeno contrabandista a responsável por inundar o mundo, os Estados Unidos em especial, com cocaína, a droga da moda nos anos 1980, que ele produzia às toneladas e distribuía com milionária margem de lucro. À frente de seu negócio, Escobar mostrou ser um empresário astuto e visionário. Colocou sob seu controle, a soldo e à bala, políticos e policiais. Mandava e desmandava na Colômbia colocando o país sob o terror de seu governo paralelo. Mas acabou vencido pela vaidade, pela presunção de onipotência, pelos poucos que se dispuseram a enquadrá-lo legalmente e pelos muitos que queriam sua cabeça como troféu.
Esta segunda temporada de Narcos marca a despedida de Wagner Moura, indicado ao Globo de Ouro de melhor ator em seriado dramático por sua vigorosa encarnação de Escobar. Performance que superou a desconfiança, inclusive a do próprio Moura, de ser ele o tipo adequado para um papel de tal envergadura. Mas o empenho, tanto para vencer a barreira do idioma quanto na transformação física — engordou 20 quilos para encarnar Escobar em sua reta final — e, sobretudo, o talento, o colocaram em um patamar de reconhecimento internacional não alcançado por nenhum outro ator brasileiro. Além de Escobar, seguem como personagens centrais em Narcos os agentes da DEA que comandam a força-tarefa para fisgar o traficante: Steve Murphy (Boyd Holbrook) e Javier Peña (Pedro Pascal).
A saída de cena de Pablo Escobar não marca, porém, o fim da série. A terceira temporada já está confirmada, com o cineasta brasileiro José Padilha seguindo como produtor executivo. O diretor já deu pistas de que as próximas tramas de Narcos podem destacar a continuidade do combate ao tráfico na Colômbia, com a ação do cartel de Cáli, que ocupou o lugar de Escobar, e até mesmo avançar para os dias de hoje, com cenário no México, palco de uma nova onda de terror patrocinada pelo narcotráfico.
Os 10 novos episódios vão mostrar a caçada promovida a Escobar desde 22 de julho de 1992, quando, temendo ser extraditado para os Estados Unidos, fugiu de La Catedral, a prisão com ares palacianos que ele mesmo havia construído, em um acordo com as autoridades, para dar uma trégua na onda de atentados e assassinatos que promoveu na Colômbia quando se viu acuado – e de onde seguia comandando suas operações.
No encalço de Escobar, vivido pelo ator brasileiro Wagner Moura, seguiram inimigos múltiplos: exército, polícia, traficantes rivais, agentes da DEA (o departamento norte-americano de combate às drogas) e grupos paramilitares que ninguém arriscava definir se estavam do lado dos bandidos ou dos mocinhos — percepção volúvel conforme as circunstâncias. Até hoje não se sabe quem deu o tiro fatal na cabeça de Escobar, se foi resultante da troca de tiros ou uma execução para calar a revelação de cúmplices poderosos ou até mesmo um suicídio como derradeiro ato de coragem — hipótese defendida por seus familiares.
Na primeira temporada, Narcos acompanhou a ascensão de Escobar, de pequeno contrabandista a responsável por inundar o mundo, os Estados Unidos em especial, com cocaína, a droga da moda nos anos 1980, que ele produzia às toneladas e distribuía com milionária margem de lucro. À frente de seu negócio, Escobar mostrou ser um empresário astuto e visionário. Colocou sob seu controle, a soldo e à bala, políticos e policiais. Mandava e desmandava na Colômbia colocando o país sob o terror de seu governo paralelo. Mas acabou vencido pela vaidade, pela presunção de onipotência, pelos poucos que se dispuseram a enquadrá-lo legalmente e pelos muitos que queriam sua cabeça como troféu.
Esta segunda temporada de Narcos marca a despedida de Wagner Moura, indicado ao Globo de Ouro de melhor ator em seriado dramático por sua vigorosa encarnação de Escobar. Performance que superou a desconfiança, inclusive a do próprio Moura, de ser ele o tipo adequado para um papel de tal envergadura. Mas o empenho, tanto para vencer a barreira do idioma quanto na transformação física — engordou 20 quilos para encarnar Escobar em sua reta final — e, sobretudo, o talento, o colocaram em um patamar de reconhecimento internacional não alcançado por nenhum outro ator brasileiro. Além de Escobar, seguem como personagens centrais em Narcos os agentes da DEA que comandam a força-tarefa para fisgar o traficante: Steve Murphy (Boyd Holbrook) e Javier Peña (Pedro Pascal).
A saída de cena de Pablo Escobar não marca, porém, o fim da série. A terceira temporada já está confirmada, com o cineasta brasileiro José Padilha seguindo como produtor executivo. O diretor já deu pistas de que as próximas tramas de Narcos podem destacar a continuidade do combate ao tráfico na Colômbia, com a ação do cartel de Cáli, que ocupou o lugar de Escobar, e até mesmo avançar para os dias de hoje, com cenário no México, palco de uma nova onda de terror patrocinada pelo narcotráfico.
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