Perícia Oficial tem 30 dias para conclusão do laudo no caso da morte do capitão Rodrigues
Peritos oficiais do Instituto de Criminalística (IC) concluíram na madrugada desta quinta-feira (1) a reprodução simulada da morte do capitão da Polícia Militar de Alagoas Rodrigo Moreira Rodrigues, ocorrida durante ação policial em uma residência no conjunto Jardim Petrópolis 1, no bairro da Santa Amélia. O exame foi uma solicitação da Delegacia de Homicídios, responsável pela investigação do caso.
O perito criminal Nicholas Soares Passos, que coordenou os trabalhos da equipe formada por sete peritos criminais, explicou que a reprodução simulada foi iniciada às 19 horas da noite de quarta-feira (31) e encerrada às 4 horas da manhã desta quinta-feira. Um forte esquema de segurança foi montado para garantir a realização de todas as etapas do exame, ruas foram bloqueadas, familiares, amigos e imprensa puderam acompanhar os trabalhos fora da área de isolamento.
Durante nove horas foi realizada a reprodução simulada dos fatos de sete versões de pessoas envolvidas no caso. A primeira versão reproduzida e concluída foi a do réu confesso Agnaldo Vasconcelos, preso em flagrante por matar o militar. Vasconcelos relatou e mostrou em detalhes de como teria cometido o crime.
Depois foram reproduzidas as versões da namorada do acusado, do vizinho que testemunhou a abordagem policial, e da vítima do roubo do celular. Por último, foram ouvidos os três militares que faziam parte da guarnição militar comandada pelo capitão morto em serviço.
Todo o trabalho foi acompanhado de perto por integrantes da Delegacia de Homicídios, advogados de defesa e acusação, representante da Comissão e Direitos Humanos da OAB e pelo promotor José Antônio Malta, do Ministério Público Estadual. De acordo com Nicholas Passos, antes e após cada versão, era franqueada a palavra a cada um deles para fazer questionamentos e tirar possíveis dúvidas sobre o caso.
“Agora com a conclusão dessa etapa, irei comparar entre si as versões apresentadas e tais conclusões serão discutidas e relatadas no laudo, visando atestar o grau de possibilidade de terem, de fato, ocorridos. A expectativa é que o laudo fique pronto em 30 dias”, afirmou o perito criminal.
Para o perito-geral Manoel Melo, que esteve presente acompanhado do Chefe Especial do Instituto de Criminalística José Cavalcante, a reprodução simulada é uma importante ferramenta técnico-científica da área forense. Segundo ele, o resultado desse tipo de exame, feito posterior ao fato, serve para ratificar ou não, materialmente, o conteúdo do processo que investiga casos como os da morte do capitão.
O perito criminal Nicholas Soares Passos, que coordenou os trabalhos da equipe formada por sete peritos criminais, explicou que a reprodução simulada foi iniciada às 19 horas da noite de quarta-feira (31) e encerrada às 4 horas da manhã desta quinta-feira. Um forte esquema de segurança foi montado para garantir a realização de todas as etapas do exame, ruas foram bloqueadas, familiares, amigos e imprensa puderam acompanhar os trabalhos fora da área de isolamento.
Durante nove horas foi realizada a reprodução simulada dos fatos de sete versões de pessoas envolvidas no caso. A primeira versão reproduzida e concluída foi a do réu confesso Agnaldo Vasconcelos, preso em flagrante por matar o militar. Vasconcelos relatou e mostrou em detalhes de como teria cometido o crime.
Depois foram reproduzidas as versões da namorada do acusado, do vizinho que testemunhou a abordagem policial, e da vítima do roubo do celular. Por último, foram ouvidos os três militares que faziam parte da guarnição militar comandada pelo capitão morto em serviço.
Todo o trabalho foi acompanhado de perto por integrantes da Delegacia de Homicídios, advogados de defesa e acusação, representante da Comissão e Direitos Humanos da OAB e pelo promotor José Antônio Malta, do Ministério Público Estadual. De acordo com Nicholas Passos, antes e após cada versão, era franqueada a palavra a cada um deles para fazer questionamentos e tirar possíveis dúvidas sobre o caso.
“Agora com a conclusão dessa etapa, irei comparar entre si as versões apresentadas e tais conclusões serão discutidas e relatadas no laudo, visando atestar o grau de possibilidade de terem, de fato, ocorridos. A expectativa é que o laudo fique pronto em 30 dias”, afirmou o perito criminal.
Para o perito-geral Manoel Melo, que esteve presente acompanhado do Chefe Especial do Instituto de Criminalística José Cavalcante, a reprodução simulada é uma importante ferramenta técnico-científica da área forense. Segundo ele, o resultado desse tipo de exame, feito posterior ao fato, serve para ratificar ou não, materialmente, o conteúdo do processo que investiga casos como os da morte do capitão.
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