Após assembleia, agentes penitenciários ameaçam paralisar atividades
Após assembleia, realizada na manhã desta quarta-feira (24), no Sistema Prisional, os agentes penitenciários ameaçaram paralisar as atividades neste final de semana, caso o Governo de Alagoas não retire da pauta da Assembleia Legislativa o Projeto de Lei que fixa o valor pago pelos adicionais de periculosidade e insalubridade.
A categoria quer que o projeto seja discutido entre os servidores. De acordo com o sindicato, a negociação deveria ter acontecido antes de a matéria ser enviada para apreciação pelos deputados estaduais.
"Entendemos esta postura como uma quebra de acordo firmado após a última greve. Atualmente, a gratificação é de 40% sobre o salário, perfazendo o valor de R$ 998. Porém, com o projeto, o adicional de periculosidade será reduzido para R$ 708, com o governo a fixá-lo neste valor. Sabíamos da unificação, mas a informação era a de que o valor seria igual ou maior em comparação com a quantia que hoje recebemos", explicou o presidente do sindicato, Klayton Anderson Bertoldo.
Ainda conforme o anúncio do sindicato, a categoria espera que o governador Renan Filho, diante da decisão de paralisação, retire o projeto da Ale e abra um canal de discussão do projeto.
"Esperamos que o governador Renan Filho, diante deste unânime entendimento dos servidores afetados, representados pelos seus respectivos sindicatos, peça ao secretário responsável para que retire o projeto da assembleia", acrescentou o presidente Klayton Bertoldo.
Além disso, com o intuito de evitar prejuízos à remuneração dos servidores,o sindicato quer que o governador abra um canal de discussão sobre a pauta que está na pauta dos deputados.
Ontem, os representantes do sindicato, fizeram uma manifestação no plenário da Casa de Tavares Bastos, onde pediram a suspensão do projeto de lei que institui a bolsa de qualificação profissional para os agentes penitenciários. O ato está publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) de segunda-feira (22). A concessão da bolsa tem vigência de 10 meses e o valor somado chega a R$ 7.200 por servidor.
A categoria quer que o projeto seja discutido entre os servidores. De acordo com o sindicato, a negociação deveria ter acontecido antes de a matéria ser enviada para apreciação pelos deputados estaduais.
"Entendemos esta postura como uma quebra de acordo firmado após a última greve. Atualmente, a gratificação é de 40% sobre o salário, perfazendo o valor de R$ 998. Porém, com o projeto, o adicional de periculosidade será reduzido para R$ 708, com o governo a fixá-lo neste valor. Sabíamos da unificação, mas a informação era a de que o valor seria igual ou maior em comparação com a quantia que hoje recebemos", explicou o presidente do sindicato, Klayton Anderson Bertoldo.
Ainda conforme o anúncio do sindicato, a categoria espera que o governador Renan Filho, diante da decisão de paralisação, retire o projeto da Ale e abra um canal de discussão do projeto.
"Esperamos que o governador Renan Filho, diante deste unânime entendimento dos servidores afetados, representados pelos seus respectivos sindicatos, peça ao secretário responsável para que retire o projeto da assembleia", acrescentou o presidente Klayton Bertoldo.
Além disso, com o intuito de evitar prejuízos à remuneração dos servidores,o sindicato quer que o governador abra um canal de discussão sobre a pauta que está na pauta dos deputados.
Ontem, os representantes do sindicato, fizeram uma manifestação no plenário da Casa de Tavares Bastos, onde pediram a suspensão do projeto de lei que institui a bolsa de qualificação profissional para os agentes penitenciários. O ato está publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) de segunda-feira (22). A concessão da bolsa tem vigência de 10 meses e o valor somado chega a R$ 7.200 por servidor.
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