Pai tenta matar filho recém-nascido afogado em Maceió

Por Redação com GazetaWeb 20/08/2016 09h09 - Atualizado em 20/08/2016 20h08
Por Redação com GazetaWeb 20/08/2016 09h09 Atualizado em 20/08/2016 20h08
Pai tenta matar filho recém-nascido afogado em Maceió
Foto: Cortesia
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Um pai tentou matar o próprio filho, de apenas 06 meses, afogado. O crime ocorreu no Bairro Fernão Velho, em Maceió. Segundo informações o acusado, identificado como Maxwell Honorato da Silva, 25 anos, foi impedido, de cometer o crime, pela equipe da Força Tática que avistou a situação durante patrulhamento na região.

De acordo com informações do 4º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o agressor estaria embriagado quando tentou afogar a criança na lagoa. O comandante da Força Tática do 4º BPM, Silva, informou que a mãe, identificada como Adriana Aquino da Silva, de 22 anos, deixou a criança com o pai e saiu para visitar a família. Ao retornar à residência, o agressor, com ciúmes, começou uma discussão e tentou agredi-la.

A vizinha do casal ouviu os gritos e, de acordo com informações da polícia, tentou intervir na briga. "Ele tentou bater na esposa, não conseguindo, pegou a criança e correu para uma área de mangue. Uma irmã dele, que mora com o casal, seguiu até o local e conseguiu resgatar o bebê", informou o comandante.

Em depoimento, a mãe da criança e a vizinha do casal, Tatiane da Silva, negaram que Maxwell Honorato tentou matar o próprio filho.

A mãe falou que eles discutem com frequência, mas Maxwell Honorato nunca tentou agredi-la. Ela disse que não acredita que o marido tentaria matar a criança.

A situação foi controlada e o acusado, residente na Rua Rufino João Mendes, Fernão Velho, foi conduzido a Central de Flagrantes, localizada no Bairro Farol. O acusado ainda tentou agredir a criança após o resgate.

O Conselho Tutelar foi acionado e aguarda a conclusão dos depoimentos. "Vamos aguardar que o delegado Gilson Rego colha todos os depoimentos. Caso o delegado entenda que a esposa está sendo conivente com a atitude do marido, entraremos em ação para proteger a criança", explicou o conselheiro Celso Dioclecio.