Polícia investiga se morte da filha de delegado em Paripueira foi homicídio ou suicídio
O delegado que responde pela delegacia de Paripueira, Tarcisio Vitorino, investiga se a morte da filha de um delegado aposentando, a consultora Márcia Rodrigues Farias, 48 anos, foi suicídio, como cogitado inicialmente, ou se trata-se de um homicídio. O fato aconteceu no Condomínio Porto Di Mare, em Paripueira.
Cinco testemunhas que residem ou trabalham no residencial foram ouvidas, na manhã desta quarta, pelo delegado, que continua as oitivas nesta tarde e também durante a quinta-feira.
As imagens das câmeras de segurança do local já está em posse do delegado e devem ajudar a desvendar o caso, já que ainda há dúvidas se trata-se de homicídio ou de suicídio.
Segundo o delegado, nenhuma possibilidade está descartada. "Estamos analisando tudo minuciosamente. Nada está descartado. Estou esperando um contato da perícia para que eles possam me adiantar o que viram no local da morte. Eu conversei com a médica e ela falou que havia quatro perfurações no corpo, mas que foram deflagrados apenas dois disparos. Estamos ouvindo as testemunhas, mas não posso adiantar nada do que elas declararam", afirmou o delegado.
Além de ouvir os moradores e funcionários do residencial, ele aguarda o resultado da perícia feita no local da morte. No boletim de ocorrência registrado na Central de Flagrantes no fim de semana, o pai da vítima, Milton Omena Farias, que é delegado aposentado da Polícia Federal, diz que ela tirou a própria vida em decorrência de transtornos causados por problemas financeiros.
De acordo com o delegado, por enquanto, o depoimento do pai ainda não está sendo levado em consideração. "Não estamos trabalhando em cima do depoimento dele, por enquanto, mas tudo será avaliado", pontuou o delegado, que pretende ouvir cerca de 10 testemunhas até amanhã.
O pai de Márcia, o policial federal aposentado Milton Omena Farias, postou em seu perfil no Facebook um depoimento sobre a morte da filha. De acordo com ele a filha estava em depressão e teria cometido suicídio. “Dia dos pais traumático, cuja lembrança levarei para o túmulo. Minha querida filha Márcia Rodrigues Farias, hoje, na minha casa, vencida pela depressão que as circunstâncias econômicas lhe impuseram - como fruto dos desmandos do País - decidiu passar para outro plano, deixando um vazio e uma dor incomensuráveis! Saudade infinita... Aonde buscar forças diante de tamanha tristeza, avassalador sentimento de impotência?”, indagou.
Milton Omena disse, em depoimento à polícia, que estava no carro no momento em que a filha teria cometido suicídio, mas negou ter ouvido os disparos.
O laudo da necropsia leva aproximadamente 10 dias para ficar pronto. A arma usada foi encontrada no local, uma pistola 765, que pertence ao pai de Márcia.
Cinco testemunhas que residem ou trabalham no residencial foram ouvidas, na manhã desta quarta, pelo delegado, que continua as oitivas nesta tarde e também durante a quinta-feira.
As imagens das câmeras de segurança do local já está em posse do delegado e devem ajudar a desvendar o caso, já que ainda há dúvidas se trata-se de homicídio ou de suicídio.
Segundo o delegado, nenhuma possibilidade está descartada. "Estamos analisando tudo minuciosamente. Nada está descartado. Estou esperando um contato da perícia para que eles possam me adiantar o que viram no local da morte. Eu conversei com a médica e ela falou que havia quatro perfurações no corpo, mas que foram deflagrados apenas dois disparos. Estamos ouvindo as testemunhas, mas não posso adiantar nada do que elas declararam", afirmou o delegado.
Além de ouvir os moradores e funcionários do residencial, ele aguarda o resultado da perícia feita no local da morte. No boletim de ocorrência registrado na Central de Flagrantes no fim de semana, o pai da vítima, Milton Omena Farias, que é delegado aposentado da Polícia Federal, diz que ela tirou a própria vida em decorrência de transtornos causados por problemas financeiros.
De acordo com o delegado, por enquanto, o depoimento do pai ainda não está sendo levado em consideração. "Não estamos trabalhando em cima do depoimento dele, por enquanto, mas tudo será avaliado", pontuou o delegado, que pretende ouvir cerca de 10 testemunhas até amanhã.
O pai de Márcia, o policial federal aposentado Milton Omena Farias, postou em seu perfil no Facebook um depoimento sobre a morte da filha. De acordo com ele a filha estava em depressão e teria cometido suicídio. “Dia dos pais traumático, cuja lembrança levarei para o túmulo. Minha querida filha Márcia Rodrigues Farias, hoje, na minha casa, vencida pela depressão que as circunstâncias econômicas lhe impuseram - como fruto dos desmandos do País - decidiu passar para outro plano, deixando um vazio e uma dor incomensuráveis! Saudade infinita... Aonde buscar forças diante de tamanha tristeza, avassalador sentimento de impotência?”, indagou.
Milton Omena disse, em depoimento à polícia, que estava no carro no momento em que a filha teria cometido suicídio, mas negou ter ouvido os disparos.
O laudo da necropsia leva aproximadamente 10 dias para ficar pronto. A arma usada foi encontrada no local, uma pistola 765, que pertence ao pai de Márcia.
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