Nova central de resíduos do Agreste está com obras aceleradas
As obras da Central de Tratamento de Resíduos do Agreste (CTR Agreste) estão em ritmo acelerado. Com a primeira fase orçada em R$ 14 milhões, o investimento vai gerar 195 empregos diretos e indiretos e vai tratar o lixo de, pelo menos, 30 municípios da região.
“Os crimes ambientais flagrados em Alagoas quase sempre se relacionam ao descarte irregular de lixo. A instalação de uma central de tratamento de resíduos sólidos visa diminuir impactos e sanar um problema crônico de prefeituras municipais em todo o Brasil.
“Os prefeitos, atuais e futuros já que estamos em plena campanha eleitoral, precisam se adequar rapidamente ao que dita a Lei 12.305, de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e que já foi regulamentada pelo decreto 7.404, também de 2010. O prazo para o fim dos lixões já se encerrou e é preciso atentar para a responsabilidade individual dos gestores públicos”, afirmou Keylle Lima, diretor executivo da Alagoas Ambiental, empresa responsável pela CTR Metropolitana, já em funcionamento em Pilar e pela CRT Agreste.
Quando concluído, o CTR Agreste contará com uma célula para abrigar resíduos de classe II com capacidade para 1.000 toneladas/dia; autoclave para tratamento de resíduos da área de saúde e um Centro de Educação Ambiental (CEA), que vai atender alunos da região e a população em geral, com uma programação voltada à conscientização da preservação da natureza.
“Os crimes ambientais flagrados em Alagoas quase sempre se relacionam ao descarte irregular de lixo. A instalação de uma central de tratamento de resíduos sólidos visa diminuir impactos e sanar um problema crônico de prefeituras municipais em todo o Brasil.
“Os prefeitos, atuais e futuros já que estamos em plena campanha eleitoral, precisam se adequar rapidamente ao que dita a Lei 12.305, de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e que já foi regulamentada pelo decreto 7.404, também de 2010. O prazo para o fim dos lixões já se encerrou e é preciso atentar para a responsabilidade individual dos gestores públicos”, afirmou Keylle Lima, diretor executivo da Alagoas Ambiental, empresa responsável pela CTR Metropolitana, já em funcionamento em Pilar e pela CRT Agreste.
Quando concluído, o CTR Agreste contará com uma célula para abrigar resíduos de classe II com capacidade para 1.000 toneladas/dia; autoclave para tratamento de resíduos da área de saúde e um Centro de Educação Ambiental (CEA), que vai atender alunos da região e a população em geral, com uma programação voltada à conscientização da preservação da natureza.
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