Estudante que acusou Marco Feliciano de estupro será indiciada, afirma delegado
O delegado Luiz Roberto Hellmeister, da delegacia de Santa Efigênia, na capital paulista, afirmou que Talma Bauer, chefe de gabinete do deputado federal Marco Feliciano, do PSC, admitiu em depoimento que pagou R$ 20 mil a um amigo da estudante de jornalismo Patrícia Lelis para que, em troca, ela parasse de acusar o parlamentar por tentativa de estupro.
O delegado, no entanto, está convencido de que o dinheiro foi pago porque Patrícia extorquiu o assessor de Feliciano. Para Luiz Roberto Hellmeister, Patrícia mentiu várias vezes ao longo das investigações para incriminar Feliciano e os assessores dele.
“Ela ameaça divulgar uma notícia bombástica, ainda piorando porque ele é pastor, não é só deputado, e que pode ter um dano incalculável na vida dele. Ela está condicionando contar um fato real ou mentiroso para ter uma vantagem”, afirmou o delegado Hellmeister.
Uma das mentiras, segundo o delegado, é de que ela teria sido sequestrada e mantida sob cárcere para gravar o vídeo em que desmente as acusações que tinha feito contra o deputado anteriormente.
Imagens de câmeras de segurança do dia em que teria ocorrido o suposto sequestro mostram Patrícia em um hotel na cidade de São Paulo junto com Bauer. Os dois aparecem descontraídos e, inclusive, se abraçam. De acordo com o delegado, a jornalista hospedou a mãe e um amigo no mesmo hotel, o que descaracteriza a versão de que ela foi coagida a recuar das acusações.
Por causa disso, o delegado afirmou que vai indiciar Patrícia pelos crimes de extorsão e denunciação caluniosa, penas que somadas podem variar de seis a 20 anos de prisão.
A estudante de jornalismo, que também é militante do PSC, diz que Feliciano tentou estuprá-la e ainda a agrediu dentro do apartamento funcional dele em Brasília, no dia 15 de junho.
A denúncia de estupro é investigada pela Delegacia da Mulher de Brasília. A Polícia de São Paulo apura somente o suposto sequestro e cárcere de Patrícia.
O delegado, no entanto, está convencido de que o dinheiro foi pago porque Patrícia extorquiu o assessor de Feliciano. Para Luiz Roberto Hellmeister, Patrícia mentiu várias vezes ao longo das investigações para incriminar Feliciano e os assessores dele.
“Ela ameaça divulgar uma notícia bombástica, ainda piorando porque ele é pastor, não é só deputado, e que pode ter um dano incalculável na vida dele. Ela está condicionando contar um fato real ou mentiroso para ter uma vantagem”, afirmou o delegado Hellmeister.
Uma das mentiras, segundo o delegado, é de que ela teria sido sequestrada e mantida sob cárcere para gravar o vídeo em que desmente as acusações que tinha feito contra o deputado anteriormente.
Imagens de câmeras de segurança do dia em que teria ocorrido o suposto sequestro mostram Patrícia em um hotel na cidade de São Paulo junto com Bauer. Os dois aparecem descontraídos e, inclusive, se abraçam. De acordo com o delegado, a jornalista hospedou a mãe e um amigo no mesmo hotel, o que descaracteriza a versão de que ela foi coagida a recuar das acusações.
Por causa disso, o delegado afirmou que vai indiciar Patrícia pelos crimes de extorsão e denunciação caluniosa, penas que somadas podem variar de seis a 20 anos de prisão.
A estudante de jornalismo, que também é militante do PSC, diz que Feliciano tentou estuprá-la e ainda a agrediu dentro do apartamento funcional dele em Brasília, no dia 15 de junho.
A denúncia de estupro é investigada pela Delegacia da Mulher de Brasília. A Polícia de São Paulo apura somente o suposto sequestro e cárcere de Patrícia.
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