Brasil derrota Austrália nos pênaltis e avança para as semifinais
Foi suado, mas a Seleção Brasileira feminina conseguiu se classificar para as semifinais dos Jogos Olímpicos. As meninas do futebol venceram a Austrália por 7 a 6 no sufoco, na raça e nos pênaltis.
O jogo marcou o retorno do Brasil ao estádio de Belo Horizonte pouco mais de dois anos depois do fatídico 7 a 1. Além disso, o adversário era também o algoz de 2015, ocasião em que eliminaram as atletas de Vadão na Copa do Mundo. Para garantir a vitória, não faltou torcida. As meninas do Brasil contaram com um Mineirão totalmente lotado que tentou incentivou, gritou, aplaudiu, cantou o hino, vaiou e até xingou a árbitra.
Dentro de campo, as jogadoras demoraram a se encontrar e não viveram suas melhores noites. Displicentes e pouco inspiradas, abusaram dos erros de finalizações e deram ares muito dramáticos ao jogo, mas que terminou com a vitória suada no final do jogo.
Diferente dos primeiros jogos, as meninas não começaram o jogo com aquele futebol envolvente antes visto. Dispersa em alguns momentos, a equipe não conseguia imprimir velocidade e nem marcar com eficiência, muito por causa da boa postura adversária. O primeiro grande susto saiu aos 15 minutos, na tentativa de cruzamento de Catley que foi em direção ao gol e por pouco não encobre a goleira Barbara. A resposta brasileira saiu no lance seguinte, com o chute fora da área de Debinha, bem espalmado por Williams.
Com muitas dificuldades para sair jogando, o Brasil ainda bateu cabeça e quase sofreu com o chute cruzado de Simon (aquela mesma, algoz no Mundial de 2015). A melhora de produção só aconteceu depois de meia hora. Porém, além de esbarrar na boa marcação australiana, o time brasileiro não contou com tanta qualidade no setor ofensivo, carente de mais inspiração de Marta, Bia e Andressa. Antes do intervalo, Debinha ainda teve outra chance de ouro, mas jogou por cima sua finalização e manteve a justiça no primeiro tempo com a igualdade no marcador.
A intensidade que faltava chegou no segundo tempo. No ataque, o coletivo funcionou melhor, com toques de bola mais eficientes e variações das jogadas. A zagueira Kennedy chegou a tirar um gol de Bia dentro da pequena área. Debinha e Andressa ainda tiveram outras ótimas chances para marcar, mas a pontaria descalibrada. Nos 20 minutos finais, o cenário foi de intensa pressão brasileira, incluindo um milagre da goleira Williams. Mas isso não significou novos sustos para a torcida. O sistema defensivo do Brasil seguiu displicente e sofreu com os contra-ataques. Em um deles, Logarzo chutou de fora e carimbou o travessão de Bárbara. No último minuto, um novo ataque brasileiro quase fez o Mineirão explodir de alegria, mas o corte providencial dentro da pequena área (quase gerando um gol contra) levou a partida para a prorrogação.
Visivelmente cansadas, as meninas tentaram de todas as formas marcar o gol que lhes daria a classificação histórica. Nos dois tempos da prorrogação, não faltou pressão. Cobranças de falta, jogadas aéreas e chutes em longa distância. Nada que tirasse o desfecho nos pênaltis do caminho brasileiro.
Depois de um jogo inteiro de imensa emoção, não faltou drama na hora de cobrar os pênaltis. Andressa Alves, Andressinha, Bia e Rafaelle marcaram para o Brasil. Knight, Laura Alleway, Van Egmond e Polkinghorne igualaram para a Austrália. Quando Marta desperdiçou sua cobrança, tudo parecia perdido. Mas então a goleira Bárbara pegou o chute de Katrina Gorry. Nas alternadas, Debinha, Mônica e Tamires converteram. Michelle Heyman e Logarzo também. Chegou então a vez de Alanna Kennedy, a zagueira que evitou dois ótimos lances. Desta vez, a defensora não conseguiu evitar. Bárbara cresceu de novo abaixo das traves e garantiu a vitória: 7 a 6 nos pênaltis e Brasil nas semifinais.
O jogo marcou o retorno do Brasil ao estádio de Belo Horizonte pouco mais de dois anos depois do fatídico 7 a 1. Além disso, o adversário era também o algoz de 2015, ocasião em que eliminaram as atletas de Vadão na Copa do Mundo. Para garantir a vitória, não faltou torcida. As meninas do Brasil contaram com um Mineirão totalmente lotado que tentou incentivou, gritou, aplaudiu, cantou o hino, vaiou e até xingou a árbitra.
Dentro de campo, as jogadoras demoraram a se encontrar e não viveram suas melhores noites. Displicentes e pouco inspiradas, abusaram dos erros de finalizações e deram ares muito dramáticos ao jogo, mas que terminou com a vitória suada no final do jogo.
Diferente dos primeiros jogos, as meninas não começaram o jogo com aquele futebol envolvente antes visto. Dispersa em alguns momentos, a equipe não conseguia imprimir velocidade e nem marcar com eficiência, muito por causa da boa postura adversária. O primeiro grande susto saiu aos 15 minutos, na tentativa de cruzamento de Catley que foi em direção ao gol e por pouco não encobre a goleira Barbara. A resposta brasileira saiu no lance seguinte, com o chute fora da área de Debinha, bem espalmado por Williams.
Com muitas dificuldades para sair jogando, o Brasil ainda bateu cabeça e quase sofreu com o chute cruzado de Simon (aquela mesma, algoz no Mundial de 2015). A melhora de produção só aconteceu depois de meia hora. Porém, além de esbarrar na boa marcação australiana, o time brasileiro não contou com tanta qualidade no setor ofensivo, carente de mais inspiração de Marta, Bia e Andressa. Antes do intervalo, Debinha ainda teve outra chance de ouro, mas jogou por cima sua finalização e manteve a justiça no primeiro tempo com a igualdade no marcador.
A intensidade que faltava chegou no segundo tempo. No ataque, o coletivo funcionou melhor, com toques de bola mais eficientes e variações das jogadas. A zagueira Kennedy chegou a tirar um gol de Bia dentro da pequena área. Debinha e Andressa ainda tiveram outras ótimas chances para marcar, mas a pontaria descalibrada. Nos 20 minutos finais, o cenário foi de intensa pressão brasileira, incluindo um milagre da goleira Williams. Mas isso não significou novos sustos para a torcida. O sistema defensivo do Brasil seguiu displicente e sofreu com os contra-ataques. Em um deles, Logarzo chutou de fora e carimbou o travessão de Bárbara. No último minuto, um novo ataque brasileiro quase fez o Mineirão explodir de alegria, mas o corte providencial dentro da pequena área (quase gerando um gol contra) levou a partida para a prorrogação.
Visivelmente cansadas, as meninas tentaram de todas as formas marcar o gol que lhes daria a classificação histórica. Nos dois tempos da prorrogação, não faltou pressão. Cobranças de falta, jogadas aéreas e chutes em longa distância. Nada que tirasse o desfecho nos pênaltis do caminho brasileiro.
Depois de um jogo inteiro de imensa emoção, não faltou drama na hora de cobrar os pênaltis. Andressa Alves, Andressinha, Bia e Rafaelle marcaram para o Brasil. Knight, Laura Alleway, Van Egmond e Polkinghorne igualaram para a Austrália. Quando Marta desperdiçou sua cobrança, tudo parecia perdido. Mas então a goleira Bárbara pegou o chute de Katrina Gorry. Nas alternadas, Debinha, Mônica e Tamires converteram. Michelle Heyman e Logarzo também. Chegou então a vez de Alanna Kennedy, a zagueira que evitou dois ótimos lances. Desta vez, a defensora não conseguiu evitar. Bárbara cresceu de novo abaixo das traves e garantiu a vitória: 7 a 6 nos pênaltis e Brasil nas semifinais.
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