Com apoio de alunos, servidores da educação de Santana fazem novo protesto
Os servidores públicos da educação municipal de Santana do Ipanema voltaram a protestar durante esta terça-feira (9), pelo descumprimento da mesa de negociação de seis acordos por parte da administração. A manifestação aconteceu no Povoado Areia Branca, município de Santana do Ipanema.
De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) núcleo Santana do Ipanema, Cristina Alves, a greve começou no dia 17 de junho e os servidores lutam, dentre outros, pelo piso, valorização e efetivação do plano de cargos e carreira.
Por duas vezes os servidores tentaram acordo com o prefeito Mário Silva (PV), mas não houve avanço.
Nesta terça, dia em que completou 54 dias do início da greve, os servidores protestaram contra o terceiro recuo de Mário Silva em: reajustar o salário dos trabalhadores com base no IPCA; descumprimento do piso; insônia salarial; enquadramento inicial; pagamento do 1/6 das férias de 2015; pagamento do 1/3 das férias de 2016.
O município alega que não tem condições de dar o reajuste que os servidores pedem e os trabalhadores afirmam que a greve vai continuar por tempo indeterminado e novas manifestações devem acontecer nos próximos dias.
Durante a manifestação, os professores tiveram o apoio de alunos, que levaram cartazes pedindo o reajuste e culparam o prefeito por eles estarem sem aulas e nas ruas.
De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) núcleo Santana do Ipanema, Cristina Alves, a greve começou no dia 17 de junho e os servidores lutam, dentre outros, pelo piso, valorização e efetivação do plano de cargos e carreira.
Por duas vezes os servidores tentaram acordo com o prefeito Mário Silva (PV), mas não houve avanço.
Nesta terça, dia em que completou 54 dias do início da greve, os servidores protestaram contra o terceiro recuo de Mário Silva em: reajustar o salário dos trabalhadores com base no IPCA; descumprimento do piso; insônia salarial; enquadramento inicial; pagamento do 1/6 das férias de 2015; pagamento do 1/3 das férias de 2016.
O município alega que não tem condições de dar o reajuste que os servidores pedem e os trabalhadores afirmam que a greve vai continuar por tempo indeterminado e novas manifestações devem acontecer nos próximos dias.
Durante a manifestação, os professores tiveram o apoio de alunos, que levaram cartazes pedindo o reajuste e culparam o prefeito por eles estarem sem aulas e nas ruas.
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