Taxista é assassinado a tiros no bairro da Levada, na parte baixa de Maceió
Um taxista foi assassinado, na noite desta terça-feira (26), no bairro da Levada, em Maceió. A vítima, identificada como Thiago Cirilo, foi atingido por pelo menos um tiro na nuca.
De acordo com o tenente Rodrigues, da Radiopatrulha (RP), a vítima foi atingida na Rua Bela Vista e, ao tentar fugir, pegou uma via paralela na contramão, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
"Ainda não sabemos se foi uma tentativa de assalto. Só quando a perícia revistar o veículo é que vamos descobrir se os criminosos levaram algum objeto", explica o militar.
A polícia relata ainda que, as informações iniciais são de que a vítima teria atendido a um chamado para uma corrida através de um aplicativo, mas os colegas de profissão de Cirilo negam o fato.
"Ele [a vítima] não atendia a chamados de aplicativos, só as pessoas na rua, ou por telefone. Não sabemos de nenhuma inimizade, e acreditamos que tenha sido um assalto", diz o taxista Deyvisson da Silva Santos, de 25 anos.
Santos reclama da insegurança na capital alagoana. "Rodamos o dia todo e passamos por mais de 10 viaturas ao longo do dia, mas somente uma para", lamenta.
Protesto
Após saberem do assassinato do colega de profissão, diversos taxistas saíram pelas ruas de Maceió em protesto. Eles fecharam vários acessos da Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, e pararam em frente à Central de Flagrantes I.
Devido ao protesto, diversos carros utilizaram o canteiro central da avenida para evitar o intenso congestionamento em uma das principais vias da capital alagoana.
De acordo com o tenente Rodrigues, da Radiopatrulha (RP), a vítima foi atingida na Rua Bela Vista e, ao tentar fugir, pegou uma via paralela na contramão, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
"Ainda não sabemos se foi uma tentativa de assalto. Só quando a perícia revistar o veículo é que vamos descobrir se os criminosos levaram algum objeto", explica o militar.
A polícia relata ainda que, as informações iniciais são de que a vítima teria atendido a um chamado para uma corrida através de um aplicativo, mas os colegas de profissão de Cirilo negam o fato.
"Ele [a vítima] não atendia a chamados de aplicativos, só as pessoas na rua, ou por telefone. Não sabemos de nenhuma inimizade, e acreditamos que tenha sido um assalto", diz o taxista Deyvisson da Silva Santos, de 25 anos.
Santos reclama da insegurança na capital alagoana. "Rodamos o dia todo e passamos por mais de 10 viaturas ao longo do dia, mas somente uma para", lamenta.
Protesto
Após saberem do assassinato do colega de profissão, diversos taxistas saíram pelas ruas de Maceió em protesto. Eles fecharam vários acessos da Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, e pararam em frente à Central de Flagrantes I.
Devido ao protesto, diversos carros utilizaram o canteiro central da avenida para evitar o intenso congestionamento em uma das principais vias da capital alagoana.

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