Programa Primeira Infância de Alagoas pretende formar uma geração melhor de alagoanos
Metade das crianças menores de 2 anos do município de Murici já estão desfrutando dos benefícios do projeto piloto de apoio à primeira infância. A primeira-dama do Estado, Renata Calheiros, esteve nesta terça-feira, 26, no município da Zona da Mata para prestigiar a instalação do Programa Primeira Infância de Alagoas que acolhe crianças afetadas por algum grau de desnutrição.
A primeira-dama destacou a importância do programa para um Estado como Alagoas e para o país de um modo geral, dando exemplo de como crianças nesta faixa etária devem ser atendidas pelo Poder Público.
“Hoje, cumprimos uma das etapas mais importantes deste projeto inicial. Nossa meta vai além de modificar o quadro de assistência social no Estado. Espero que este projeto-piloto seja, futuramente, uma referência no desenvolvimento infantil. O desafio é grande. Os impactos positivos serão ainda maiores. Iremos juntos formar uma geração com melhores oportunidades de vida. É isto que iremos realizar com o Programa Primeira Infância de Alagoas", torce Renata Calheiros.
No Brasil, grande parte dos casos de desnutrição acontece em crianças de dois a seis anos. A ideia da primeira dama é investir na integração de ações de um comitê estratégico formado pelas secretarias de Estado da Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social e Educação. Articulando concomitantemente iniciativas focadas no público infantil: alimentando, tratando, fortalecendo e preparando para o futuro.
Para o secretário de Estado do Desenvolvimento e Assistência Social, Antônio Pinaud, o ineditismo da intersetorialidade das ações promove uma ampliação dos serviços ofertados, ocupando todas as lacunas que a desnutrição causa.
"Este é um projeto extraordinário. É o primeiro projeto na história do Estado que atua com a intersetorialidade. Estamos dando um grande passo hoje, garantindo um desenvolvimento crucial para crianças alagoanas de zero a seis anos. Um projeto que emocionou todos envolvidos, pois além de tratar do começo da vida, estamos fazendo com que esta geração de novos alagoanos crie vínculos afetivos e fortalecidos com cognição social", comentou Pinaud.
O projeto tem como uma de suas metas o aumento de 51% para 80% a proporção de nascidos vivos de mães com sete ou mais consultas de pré-natal até junho de 2017. Aumentando assim as chances de diagnóstico e tratamento de possíveis doenças neste período da vida.
A primeira-dama destacou a importância do programa para um Estado como Alagoas e para o país de um modo geral, dando exemplo de como crianças nesta faixa etária devem ser atendidas pelo Poder Público.
“Hoje, cumprimos uma das etapas mais importantes deste projeto inicial. Nossa meta vai além de modificar o quadro de assistência social no Estado. Espero que este projeto-piloto seja, futuramente, uma referência no desenvolvimento infantil. O desafio é grande. Os impactos positivos serão ainda maiores. Iremos juntos formar uma geração com melhores oportunidades de vida. É isto que iremos realizar com o Programa Primeira Infância de Alagoas", torce Renata Calheiros.
No Brasil, grande parte dos casos de desnutrição acontece em crianças de dois a seis anos. A ideia da primeira dama é investir na integração de ações de um comitê estratégico formado pelas secretarias de Estado da Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social e Educação. Articulando concomitantemente iniciativas focadas no público infantil: alimentando, tratando, fortalecendo e preparando para o futuro.
Para o secretário de Estado do Desenvolvimento e Assistência Social, Antônio Pinaud, o ineditismo da intersetorialidade das ações promove uma ampliação dos serviços ofertados, ocupando todas as lacunas que a desnutrição causa.
"Este é um projeto extraordinário. É o primeiro projeto na história do Estado que atua com a intersetorialidade. Estamos dando um grande passo hoje, garantindo um desenvolvimento crucial para crianças alagoanas de zero a seis anos. Um projeto que emocionou todos envolvidos, pois além de tratar do começo da vida, estamos fazendo com que esta geração de novos alagoanos crie vínculos afetivos e fortalecidos com cognição social", comentou Pinaud.
O projeto tem como uma de suas metas o aumento de 51% para 80% a proporção de nascidos vivos de mães com sete ou mais consultas de pré-natal até junho de 2017. Aumentando assim as chances de diagnóstico e tratamento de possíveis doenças neste período da vida.
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