Perícia Oficial afirma não existir divergência entre laudos do IC e do IML
O perito-geral da Perícia Oficial do Estado de Alagoas, Manoel Melo, negou na manhã desta quinta-feira (21) haver divergência entre os laudos dos institutos de Criminalística (IC) e de Medicina Legal (IML) conforme vem afirmando o advogado do corretor de imóveis Agnaldo Lopes, acusado da morte do capitão da Polícia Militar Rodrigo Moreira Rodrigues.
De acordo com Manoel Melo, tal insinuação não poderia acontecer porque não existe laudo do IC apontando direção de disparo de arma de fogo, visto que no dia do crime foi realizada apenas a constatação da ação violenta. Ele explica ainda que não houve exame de perinecroscopia, que é a perícia do corpo no local do crime, já que a vítima deste caso havia sido socorrida para um hospital da Capital, impossibilitando o procedimento in loco.
O perito-geral esclareceu que, na necropsia sim, o perito médico-legista confirmou o orifício de entrada do projétil e o caminho dele percorrido no “corpo da vítima”. No mesmo laudo, o legista apresentou algumas opções de como o fato criminoso teria acontecido, uma delas a possibilidade de a vítima está inclinada para baixo num plano superior ao agente que efetuou o disparo, como relataram as testemunhas.
Manoel Melo assegura que em nenhum momento houve equívoco ou divergência sobre a trajetória do disparo de arma de fogo que vitimou fatalmente o PM entre laudos produzidos até então pelos Institutos da Perícia Oficial. Ele destacou que tais afirmações por parte da defesa do advogado são precipitadas e inconsistentes, e que a solicitação da reprodução simulada por parte da delegacia poderá esclarecer as dúvidas existentes no inquérito policial.
O perito-geral reforça ainda que existe uma sinergia muito forte nos trabalhos realizados entre o IC e o IML e que todos os envolvidos são peritos oficiais, os quais realizam diariamente o mesmo trabalho na busca pela verdade, independente das tentativas frustradas de terceiros em tentar atrapalhar as atividades de perícia forense no Estado.
Por fim, a chefia do Instituto de Criminalística informou que se reunirá com integrantes da delegacia responsável pela investigação do caso para definir a data da reprodução simulada. Durante o encontro, serão definidos detalhes como segurança e estrutura do local, convocação das testemunhas, e o agendamento da saída e do retorno do acusado Agnaldo ao sistema prisional. Logo que tudo esteja agendado, o dia será amplamente divulgado como aconteceu na última reprodução simulada.
De acordo com Manoel Melo, tal insinuação não poderia acontecer porque não existe laudo do IC apontando direção de disparo de arma de fogo, visto que no dia do crime foi realizada apenas a constatação da ação violenta. Ele explica ainda que não houve exame de perinecroscopia, que é a perícia do corpo no local do crime, já que a vítima deste caso havia sido socorrida para um hospital da Capital, impossibilitando o procedimento in loco.
O perito-geral esclareceu que, na necropsia sim, o perito médico-legista confirmou o orifício de entrada do projétil e o caminho dele percorrido no “corpo da vítima”. No mesmo laudo, o legista apresentou algumas opções de como o fato criminoso teria acontecido, uma delas a possibilidade de a vítima está inclinada para baixo num plano superior ao agente que efetuou o disparo, como relataram as testemunhas.
Manoel Melo assegura que em nenhum momento houve equívoco ou divergência sobre a trajetória do disparo de arma de fogo que vitimou fatalmente o PM entre laudos produzidos até então pelos Institutos da Perícia Oficial. Ele destacou que tais afirmações por parte da defesa do advogado são precipitadas e inconsistentes, e que a solicitação da reprodução simulada por parte da delegacia poderá esclarecer as dúvidas existentes no inquérito policial.
O perito-geral reforça ainda que existe uma sinergia muito forte nos trabalhos realizados entre o IC e o IML e que todos os envolvidos são peritos oficiais, os quais realizam diariamente o mesmo trabalho na busca pela verdade, independente das tentativas frustradas de terceiros em tentar atrapalhar as atividades de perícia forense no Estado.
Por fim, a chefia do Instituto de Criminalística informou que se reunirá com integrantes da delegacia responsável pela investigação do caso para definir a data da reprodução simulada. Durante o encontro, serão definidos detalhes como segurança e estrutura do local, convocação das testemunhas, e o agendamento da saída e do retorno do acusado Agnaldo ao sistema prisional. Logo que tudo esteja agendado, o dia será amplamente divulgado como aconteceu na última reprodução simulada.
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