Laudo aponta que menino morto em Teotônio Vilela não foi agredido
A hipótese de agressão ao menino de 9 anos que morreu em maio no município de Teotônio Vilela, região Agreste de Alagoas, foi oficialmente descartada pela polícia.
A informação foi confirmada pelo delegado José Lindemberg da Silva nesta terça-feira (19). Segundo ele, o exame realizado no Instituto Médico Legal (IML) não constatou sinais de violência física na vítima.
José Willamys dos Santos Júnior morreu no dia 23 de maio, em um hospital do município. Ele tinha dado entrada na unidade de saúde três vezes, e recebeu alta médica nas duas primeiras. Na terceira, ele teve uma parada respiratória e morreu, de acordo com o boletim médico. A causa da morte não havia sido determinada pelo exame cadavérico.
A mãe do menino, Eliane Messias dos Santos, denunciou que o filho havia sido vítima de agressões na escola onde estudava. Ela e o padastro mantiveram essa versão em depoimento à polícia, dias depois. Funcionários e a direção da escola, por outro lado, afirmaram que não tinham conhecimento de nenhum problema desse tipo envolvendo a criança.
O corpo de José Willamys foi periciado no IML de Arapiraca. O laudo dos peritos descartou qualquer possibilidade de José Willamys ter sido agredido.
“O resultado deu causa indeterminada. O médico legista não encontrou nenhuma lesão no corpo do menino. Pelo laudo, ele não sofreu nenhuma agressão. Nós anexamos os relatórios médicos aos autos do inquérito. E segundo o que apuramos através dos depoimentos de testemunhas, não encontramos indícios que sustentem a denúncia de violência física”, explica o delegado.
Ainda segundo ele, novas amostras de tecido do pulmão e do fígado da criança foram recolhidos e passarão por novos exames. “Não tem prazo para recebermos esses resultados. Assim que os recebermos, decidiremos os próximos passos da investigação”, conclui.
O caso está sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar. Segundo a conselheira Kelly Felix, com a confirmação de que José Willamys não foi agredido, caberá à polícia descobrir o que realmente aconteceu.
“Se a criança tivesse sido agredida, aí o conselho ia entrar para tomar providências. Se for comprovado que houve negligência familiar, a investigação caberá à polícia. Nunca havíamos recebido nenhuma denúncia com relação à família dele, nem sobre agressões ou o que quer que fosse”, afirma Kelly.
A informação foi confirmada pelo delegado José Lindemberg da Silva nesta terça-feira (19). Segundo ele, o exame realizado no Instituto Médico Legal (IML) não constatou sinais de violência física na vítima.
José Willamys dos Santos Júnior morreu no dia 23 de maio, em um hospital do município. Ele tinha dado entrada na unidade de saúde três vezes, e recebeu alta médica nas duas primeiras. Na terceira, ele teve uma parada respiratória e morreu, de acordo com o boletim médico. A causa da morte não havia sido determinada pelo exame cadavérico.
A mãe do menino, Eliane Messias dos Santos, denunciou que o filho havia sido vítima de agressões na escola onde estudava. Ela e o padastro mantiveram essa versão em depoimento à polícia, dias depois. Funcionários e a direção da escola, por outro lado, afirmaram que não tinham conhecimento de nenhum problema desse tipo envolvendo a criança.
O corpo de José Willamys foi periciado no IML de Arapiraca. O laudo dos peritos descartou qualquer possibilidade de José Willamys ter sido agredido.
“O resultado deu causa indeterminada. O médico legista não encontrou nenhuma lesão no corpo do menino. Pelo laudo, ele não sofreu nenhuma agressão. Nós anexamos os relatórios médicos aos autos do inquérito. E segundo o que apuramos através dos depoimentos de testemunhas, não encontramos indícios que sustentem a denúncia de violência física”, explica o delegado.
Ainda segundo ele, novas amostras de tecido do pulmão e do fígado da criança foram recolhidos e passarão por novos exames. “Não tem prazo para recebermos esses resultados. Assim que os recebermos, decidiremos os próximos passos da investigação”, conclui.
O caso está sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar. Segundo a conselheira Kelly Felix, com a confirmação de que José Willamys não foi agredido, caberá à polícia descobrir o que realmente aconteceu.
“Se a criança tivesse sido agredida, aí o conselho ia entrar para tomar providências. Se for comprovado que houve negligência familiar, a investigação caberá à polícia. Nunca havíamos recebido nenhuma denúncia com relação à família dele, nem sobre agressões ou o que quer que fosse”, afirma Kelly.
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