Estado e municípios debatem estratégias de ação do Peti nesta quarta (13)
O Governo do Estado e representantes dos 102 municípios alagoanos estarão reunidos nesta quarta-feira (13) para discutir as estratégias de combate ao trabalho infantil em Alagoas durante o segundo semestre de 2016 e o primeiro semestre de 2017.
O Encontro Intersetorial de Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) é promovido pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) e acontece a partir das 9h, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió.
Entre os temas a serem abordados estão os desafios para erradicação das piores formas de trabalho infantil no Brasil, a aprendizagem profissional e inserção qualificada de adolescentes e jovens no mercado de trabalho, o perfil das crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Na avaliação do secretário da Assistência e Desenvolvimento Social, Antônio Pinaud, o evento tem importância fundamental para o enfrentamento do trabalho infantil em Alagoas nos próximos 12 meses.
“Este será um momento decisivo para a avaliação das ações executadas até o momento e na elaboração de estratégias de combate ao flagelo do trabalho infantil. Em Alagoas, nosso desafio é combater uma cultura equivocada que a criança que começa a trabalhar prematuramente tem mais chances de melhorar de vida. Esse é um engano que temos que enfrentar com inteligência, mostrando alternativas. É isso que vamos discutir durante todo o dia 13”, explicou Pinaud.
A superintendente de Assistência Social da Seades, Aline Rodrigues, ressalta que a luta pela redução dos índices de trabalho infantil registrados em Alagoas precisa da participação de todas as esferas de governo e da sociedade para obter resultados. “É um dever de todos nós, enquanto representantes do poder público e da sociedade civil proteger essas crianças e buscar a conscientização. Estamos em 22º lugar no ranking brasileiro do trabalho infantil. Nossa situação não é a pior, mas temos muito que garantir que os números em Alagoas não voltem a crescer”, disse a superintendente.
Com quase 500 inscritos, o Encontro Intersetorial terá a presença de gestores municipais de Assistência Social, Saúde, Educação, conselheiros tutelares e técnicos de referência do Peti, além de representantes do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), dos fóruns estadual e nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Procuradoria Regional do Trabalho (PRT), Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), do Fórum Permanente dos Conselhos Tutelares de Alagoas e do Conselho Estadual de Assistência Social.
O Encontro Intersetorial de Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) é promovido pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) e acontece a partir das 9h, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió.
Entre os temas a serem abordados estão os desafios para erradicação das piores formas de trabalho infantil no Brasil, a aprendizagem profissional e inserção qualificada de adolescentes e jovens no mercado de trabalho, o perfil das crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Na avaliação do secretário da Assistência e Desenvolvimento Social, Antônio Pinaud, o evento tem importância fundamental para o enfrentamento do trabalho infantil em Alagoas nos próximos 12 meses.
“Este será um momento decisivo para a avaliação das ações executadas até o momento e na elaboração de estratégias de combate ao flagelo do trabalho infantil. Em Alagoas, nosso desafio é combater uma cultura equivocada que a criança que começa a trabalhar prematuramente tem mais chances de melhorar de vida. Esse é um engano que temos que enfrentar com inteligência, mostrando alternativas. É isso que vamos discutir durante todo o dia 13”, explicou Pinaud.
A superintendente de Assistência Social da Seades, Aline Rodrigues, ressalta que a luta pela redução dos índices de trabalho infantil registrados em Alagoas precisa da participação de todas as esferas de governo e da sociedade para obter resultados. “É um dever de todos nós, enquanto representantes do poder público e da sociedade civil proteger essas crianças e buscar a conscientização. Estamos em 22º lugar no ranking brasileiro do trabalho infantil. Nossa situação não é a pior, mas temos muito que garantir que os números em Alagoas não voltem a crescer”, disse a superintendente.
Com quase 500 inscritos, o Encontro Intersetorial terá a presença de gestores municipais de Assistência Social, Saúde, Educação, conselheiros tutelares e técnicos de referência do Peti, além de representantes do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), dos fóruns estadual e nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Procuradoria Regional do Trabalho (PRT), Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), do Fórum Permanente dos Conselhos Tutelares de Alagoas e do Conselho Estadual de Assistência Social.
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