Alagoas deixou de pagar R$ 29 milhões a fornecedores, aponta jornal
Um levantamento realizado pelo jornal Folha de São Paulo mostra que Alagoas deixou de pagar R$ 29,20 milhões a fornecedores apenas este ano. A estimativa considera o período de janeiro a abril e a dívida é relativa a empresas que prestaram serviços ou entregaram produtos ao Estado e, mesmo assim, não receberam pagamento.
Apesar da alta cifra, Alagoas aparece bem entre as unidades da federação. Apenas São Paulo e Espírito Santo conseguiram pagar todos os débitos e, segundo a publicação, ainda reservaram recursos para compromissos de anos anteriores. Rio de Janeiro é o mais endividado, com cerca de R$ 4 bilhões em valores a quitar.
O estudo foi feito com base nos relatórios orçamentários entregues ao Tesouro Nacional. Juntos, os Estados somam mais de R$ 11,4 bilhões em dívidas, um aumento de 82% em relação aos quatro primeiros meses de 2015. No ano passado, os números chegavam a R$ 6,276 mi.
Além de fornecedores, em alguns casos a dívida engloba também o funcionalismo público. No momento, dez governos estaduais estão com salários de servidores atrasados.
De acordo com a Folha, o problema que atinge os Estados é semelhante ao da União, com despesas crescendo e receita caindo constantemente. A diferença é que, ao contrário do governo federal, as unidades da federação são proibidas de fazer operações de crédito sem autorização do Tesouro.
A alternativa de atrasar pagamentos tem sido adotada devido à crise econômica, já que, no endividamento a curto prazo, não incidem juros, prejudicando majoritariamente os fornecedores. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) também não prevê punimento por esse tipo de dívida.
Apesar da alta cifra, Alagoas aparece bem entre as unidades da federação. Apenas São Paulo e Espírito Santo conseguiram pagar todos os débitos e, segundo a publicação, ainda reservaram recursos para compromissos de anos anteriores. Rio de Janeiro é o mais endividado, com cerca de R$ 4 bilhões em valores a quitar.
O estudo foi feito com base nos relatórios orçamentários entregues ao Tesouro Nacional. Juntos, os Estados somam mais de R$ 11,4 bilhões em dívidas, um aumento de 82% em relação aos quatro primeiros meses de 2015. No ano passado, os números chegavam a R$ 6,276 mi.
Além de fornecedores, em alguns casos a dívida engloba também o funcionalismo público. No momento, dez governos estaduais estão com salários de servidores atrasados.
De acordo com a Folha, o problema que atinge os Estados é semelhante ao da União, com despesas crescendo e receita caindo constantemente. A diferença é que, ao contrário do governo federal, as unidades da federação são proibidas de fazer operações de crédito sem autorização do Tesouro.
A alternativa de atrasar pagamentos tem sido adotada devido à crise econômica, já que, no endividamento a curto prazo, não incidem juros, prejudicando majoritariamente os fornecedores. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) também não prevê punimento por esse tipo de dívida.
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