Secretária classifica como problema crônico doenças provocadas pelo Aedes em AL
A secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, afirmou nesta sexta-feira (8) que Alagoas não sofre com uma epidemia de doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti. Segundo ela, o estado vive uma endemia de dengue, zika e chikungunya.
Para Wyszomirska, o problema - sobretudo a dengue - pode ser considerado crônico, já que o mosquito transmissor das doenças está no Brasil há mais de 30 anos e ainda não foi erradicado.
"Existe uma diferença entre epidemia e endemia. A primeira é quando há um surto e ele passa. Já a endemia é quando o problema se perpetua por muitos anos, que é hoje o caso das doenças relacionadas ao Aedes", explicou a secretária.
Wyszomirska diz que o estado tem feito a parte dele, mas lembra que a população precisa se conscientizar. "O grande problema não é o Estado fazer, é o cidadão fazer. Esse é o maior nó da questão. O poder público desenvolve campanhas há 30 anos, informa a população sobre os cuidados que ela precisa ter, mas as pessoas ainda não entenderam que o papel delas é fundamental".
A secretária alerta que a população deve estar atenta e cuidar dos locais que podem ser utilizados pelo mosquito como depósito dos ovos. "Até uma casca de ovo que as pessoas joguem no quintal pode ser um local para o Aedes se reproduzir. Os reservatórios que a população guardam água precisam ser limpos constantemente", conta.
Ela lembra que o governo relançou o aplicativo "Juntos pela Saúde", pelo qual podem ser feitas denúncias de pontos onde há focos do mosquito. "O exercício da cidadania é outro grande problema que nós ainda não conseguimos resolver. Eu diria que é um problema cultural. O brasileiro é muito acostumado a receber as coisas, as vezes ele fica muito acomodado e fica só esperando que o estado faça", finalizou.
Para Wyszomirska, o problema - sobretudo a dengue - pode ser considerado crônico, já que o mosquito transmissor das doenças está no Brasil há mais de 30 anos e ainda não foi erradicado.
"Existe uma diferença entre epidemia e endemia. A primeira é quando há um surto e ele passa. Já a endemia é quando o problema se perpetua por muitos anos, que é hoje o caso das doenças relacionadas ao Aedes", explicou a secretária.
Wyszomirska diz que o estado tem feito a parte dele, mas lembra que a população precisa se conscientizar. "O grande problema não é o Estado fazer, é o cidadão fazer. Esse é o maior nó da questão. O poder público desenvolve campanhas há 30 anos, informa a população sobre os cuidados que ela precisa ter, mas as pessoas ainda não entenderam que o papel delas é fundamental".
A secretária alerta que a população deve estar atenta e cuidar dos locais que podem ser utilizados pelo mosquito como depósito dos ovos. "Até uma casca de ovo que as pessoas joguem no quintal pode ser um local para o Aedes se reproduzir. Os reservatórios que a população guardam água precisam ser limpos constantemente", conta.
Ela lembra que o governo relançou o aplicativo "Juntos pela Saúde", pelo qual podem ser feitas denúncias de pontos onde há focos do mosquito. "O exercício da cidadania é outro grande problema que nós ainda não conseguimos resolver. Eu diria que é um problema cultural. O brasileiro é muito acostumado a receber as coisas, as vezes ele fica muito acomodado e fica só esperando que o estado faça", finalizou.
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