Pleno do TJD mantém punições a CSA e CRB pela briga na final do Alagoano
CSA e CRB até que tentaram, mas o pleno do Tribunal de Justiça Desportiva de Alagoas (TJD-AL) decidiu, por unanimidade, manter as punições aplicadas aos clubes pela Primeira Comissão Disciplinar por conta da confusão no campo de jogo do Estádio Rei Pelé, após a final do Campeonato Alagoano.
Em julgamento realizado na noite dessa quarta-feira, os auditores do TJD-AL concordaram que os dois clubes infringiram o artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), os quais foram punidos com multa de R$ 5 mil cada e perda de mando de campo de cinco partidas para o Azulão, mandante da decisão, e de quatro partidas para o Regatas, no Campeonato Alagoano do próximo ano. Representantes dos dois clubes, os advogados Ricardo Omena e Mário Peixoto já afirmaram que vão recorrer da decisão.
Peixoto, que defendeu os regatianos, afirmou que a pena aplicada foi muito severa e questionou o prejuízo financeiro para o campeonato.
- A nossa tese é de que a pena foi severa e desproporcional. Nós recorremos com base no artigo 213, parágrafo terceiro, dando conta de que o CSA tomou as providências devidas, alguns torcedores foram presos e processados, mas auditores entenderam que a comissão estava correta. Eu acho injusto um campeonato com 10 rodadas na primeira fase e os dois maiores clubes disputarem metade dela com portões fechados. Pra mim, uma pergunta ficou no ar: Quem é que vai pagar essa conta? Eu responsabilizei a PM, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça que não vem punindo esses responsáveis pelas confusões. De torcedores organizados eles não têm nada. Eles são verdadeiros bagunceiros, isso sim. Então vamos trabalhar no sentido de que no Rio de Janeiro a gente possa reverter essa situação - frisou.
No lado azulino, Omena também confirmou o recurso do clube marujo ao STJD e alertou que o objetivo da pena é ser educativa e não inviabilizatória.
- Estamos sim providenciando o recurso e, dentro do prazo da lei, estaremos o enviando para o STJD. A tese nossa é que primeiro não existiu a responsabilidade do CSA na confusão. Aquilo é questão de segurança pública, não se pode atribuir isso só aos clubes. Isso é questão de estado. É igual ao que aconteceu ontem em São Paulo, após o jogo no Morumbi. A finalidade da pena não é destruir. Num campeonato com cinco jogos fora e cinco em casa o clube jogar todas as partidas em casa com portões fechados termina inviabilizando a participação. Então, temos confiança de que vamos reverter e, no mínimo, diminuir essa pena aplicada - afirmou.
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Após o jogo, azulinos e regatianos transformaram o Rei Pelé num campo de guerra (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)
Em julgamento realizado na noite dessa quarta-feira, os auditores do TJD-AL concordaram que os dois clubes infringiram o artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), os quais foram punidos com multa de R$ 5 mil cada e perda de mando de campo de cinco partidas para o Azulão, mandante da decisão, e de quatro partidas para o Regatas, no Campeonato Alagoano do próximo ano. Representantes dos dois clubes, os advogados Ricardo Omena e Mário Peixoto já afirmaram que vão recorrer da decisão.
Peixoto, que defendeu os regatianos, afirmou que a pena aplicada foi muito severa e questionou o prejuízo financeiro para o campeonato.
- A nossa tese é de que a pena foi severa e desproporcional. Nós recorremos com base no artigo 213, parágrafo terceiro, dando conta de que o CSA tomou as providências devidas, alguns torcedores foram presos e processados, mas auditores entenderam que a comissão estava correta. Eu acho injusto um campeonato com 10 rodadas na primeira fase e os dois maiores clubes disputarem metade dela com portões fechados. Pra mim, uma pergunta ficou no ar: Quem é que vai pagar essa conta? Eu responsabilizei a PM, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça que não vem punindo esses responsáveis pelas confusões. De torcedores organizados eles não têm nada. Eles são verdadeiros bagunceiros, isso sim. Então vamos trabalhar no sentido de que no Rio de Janeiro a gente possa reverter essa situação - frisou.
No lado azulino, Omena também confirmou o recurso do clube marujo ao STJD e alertou que o objetivo da pena é ser educativa e não inviabilizatória.
- Estamos sim providenciando o recurso e, dentro do prazo da lei, estaremos o enviando para o STJD. A tese nossa é que primeiro não existiu a responsabilidade do CSA na confusão. Aquilo é questão de segurança pública, não se pode atribuir isso só aos clubes. Isso é questão de estado. É igual ao que aconteceu ontem em São Paulo, após o jogo no Morumbi. A finalidade da pena não é destruir. Num campeonato com cinco jogos fora e cinco em casa o clube jogar todas as partidas em casa com portões fechados termina inviabilizando a participação. Então, temos confiança de que vamos reverter e, no mínimo, diminuir essa pena aplicada - afirmou.
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Após o jogo, azulinos e regatianos transformaram o Rei Pelé num campo de guerra (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)
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