Estados do NE buscam compensação financeira junto à União
Na saída da reunião dos governadores do Nordeste com o ministro Henrique Meirelles (Fazenda), nesta quinta-feira (7), o governador Renan Filho deixou clara a intenção dos gestores nordestinos diante da renegociação da dívida pública junto à União. Eles buscam algum tipo de compensação por parte do Governo Federal. Estados solicitaram uma ajuda emergencial de R$ 14 bilhões.
De acordo com o governador alagoano, Meirelles disse que ia analisar as solicitações dos Estados e se comprometeu em estudar.
“Os governadores do Nordeste solicitaram que o Ministério [da Fazenda] observasse um caminho para compensar aqueles Estados que não tiveram grande benefício com relação a dívida 9496 [Dívida dos Estados com a União]”, explicou Renan Filho resumindo o teor da reunião, aguardando agora “cenas dos próximos capítulos”.
Os pleitos giram em torno de uma compensação do Fundo de Participação dos Estados. O governador lembrou da crise que castiga os Estados há aproximadamente dois anos, que culmina na queda de arrecadação.
A respeito da retirada da urgência na votação da proposta de renegociação da dívida, que aconteceria na quarta-feira, 6, no Congresso Nacional, Renan Filho explicou que “faltaram alguns votos” para a efetivação da votação – “apenas isso”.
Na avaliação dele, o “Governo Federal está em busca da confiança que o Brasil precisa para retomar o crescimento”, concluiu o governador de Alagoas.
A ajuda emergencial solicitada pelos governadores do Piauí, Ceará, Bahia, Maranhão, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte e de R$ 14 bilhões.
De acordo com o governador alagoano, Meirelles disse que ia analisar as solicitações dos Estados e se comprometeu em estudar.
“Os governadores do Nordeste solicitaram que o Ministério [da Fazenda] observasse um caminho para compensar aqueles Estados que não tiveram grande benefício com relação a dívida 9496 [Dívida dos Estados com a União]”, explicou Renan Filho resumindo o teor da reunião, aguardando agora “cenas dos próximos capítulos”.
Os pleitos giram em torno de uma compensação do Fundo de Participação dos Estados. O governador lembrou da crise que castiga os Estados há aproximadamente dois anos, que culmina na queda de arrecadação.
A respeito da retirada da urgência na votação da proposta de renegociação da dívida, que aconteceria na quarta-feira, 6, no Congresso Nacional, Renan Filho explicou que “faltaram alguns votos” para a efetivação da votação – “apenas isso”.
Na avaliação dele, o “Governo Federal está em busca da confiança que o Brasil precisa para retomar o crescimento”, concluiu o governador de Alagoas.
A ajuda emergencial solicitada pelos governadores do Piauí, Ceará, Bahia, Maranhão, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte e de R$ 14 bilhões.
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