Confusão na final do Alagoano é culpa da PM declaram CSA e CRB
O Tribunal de Justiça Desportiva de Alagoas (TJD/AL) manteve, na noite dessa quarta-feira (6), a punição imposta a CSA e CRB após o confronto entre torcedores registrado na final do Campeonato Alagoano de 2016. Porém, os clubes já anunciaram que irão recorrer da decisão junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro. De acordo com os advogados dos clubes, faltou planejamento à polícia para conter os agressores dentro do Rei Pelé, palco da partida, razão pela qual apenas a PM deveria ser responsabilizada.
No julgamento dessa quarta, os membros do TJD decidiram manter a pena do CSA, de cinco jogos com portões fechados ao torcedor, enquanto o rival foi punido com a perda de quatro mandos de campo, já a partir do Estadual do ano que vem.
Mário Peixoto, advogado do CRB, criticou a decisão do tribunal alagoano, explicando que o clube já ingressou com a contestação junto ao STJD, na tentativa de anular o ato local, pois, "o Clube de Regatas Brasil não teve nenhum tipo de envolvimento com o ocorrido".
"Todas as providências para a conter a desordem são de responsabilidade da Polícia Militar. O CRB não pode ser punido pelos erros que não cometeu. Além disso, o tribunal se acovardou diante da opinião pública e não atendeu o que reza o artigo 213, em seu parágrafo 3, que isenta os clubes mediante a identificação dos envolvidos numa invasão de gramado", argumentou Peixoto, em entrevista ao Gazetaweb, nesta quinta-feira (7).
Já o advogado que representa o CSA, Ricardo Omena, explica que o clube terá até a próxima segunda-feira (11) para recorrer da decisão. Segundo ele, assim como o CRB, o Azulão também responsabiliza a Polícia Militar pela confusão no Estádio Rei Pelé.
"Não há nenhum sentido em punir os clubes com base numa confusão que foi causada pela falta de planejamento da PM. Além disso, uma punição de cinco jogos com portões fechados compromete a participação do CSA no Campeonato Alagoano do ano que vem, já que isso representaria uma perda de renda incalculável", disse Omena.
No julgamento dessa quarta, os membros do TJD decidiram manter a pena do CSA, de cinco jogos com portões fechados ao torcedor, enquanto o rival foi punido com a perda de quatro mandos de campo, já a partir do Estadual do ano que vem.
Mário Peixoto, advogado do CRB, criticou a decisão do tribunal alagoano, explicando que o clube já ingressou com a contestação junto ao STJD, na tentativa de anular o ato local, pois, "o Clube de Regatas Brasil não teve nenhum tipo de envolvimento com o ocorrido".
"Todas as providências para a conter a desordem são de responsabilidade da Polícia Militar. O CRB não pode ser punido pelos erros que não cometeu. Além disso, o tribunal se acovardou diante da opinião pública e não atendeu o que reza o artigo 213, em seu parágrafo 3, que isenta os clubes mediante a identificação dos envolvidos numa invasão de gramado", argumentou Peixoto, em entrevista ao Gazetaweb, nesta quinta-feira (7).
Já o advogado que representa o CSA, Ricardo Omena, explica que o clube terá até a próxima segunda-feira (11) para recorrer da decisão. Segundo ele, assim como o CRB, o Azulão também responsabiliza a Polícia Militar pela confusão no Estádio Rei Pelé.
"Não há nenhum sentido em punir os clubes com base numa confusão que foi causada pela falta de planejamento da PM. Além disso, uma punição de cinco jogos com portões fechados compromete a participação do CSA no Campeonato Alagoano do ano que vem, já que isso representaria uma perda de renda incalculável", disse Omena.
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