Reconstituição vai ajudar a esclarecer morte de irmãos, diz delegada
A reprodução do ocorrido que terminou com as mortes dos irmãos Josenido e Josivaldo Ferreira Aleixo, de 16 e 18 anos, e do pedreiro Reinaldo da Silva Ferreira, de 46 anos, está prevista para acontecer às 16h da próxima quarta-feira, 13, no conjunto Village Campestre, em Maceió.
De acordo com a delegada Teíla Nogueira, responsável pela investigação, a reprodução simulada da ocorrência vai ajudar a esclarecer o que aconteceu, de fato. "Achamos que é um passo importante para confirmar a versão que vem sendo dada pelos policiais, para que possamos saber se o crime aconteceu da forma como eles contaram", disse.
Ainda de acordo com Teíla, os militares envolvidos no caso estarão presentes na reconstituição, mas não é obrigatória a participação deles, que estão soltos e trabalhando normalmente. Ela acrescenta que a reprodução simulada pode trazer novidades. "Com certeza podemos ter mais informações, por isso ela foi requisitada", completou.
Agentes da Polícia Civil, policiais militares e equipes do Instituto de Criminalística (IC) devem estar presentes na ocasião.
A morte dos jovens e de Reinaldo aconteceu no dia 25 de março, quando Josenildo e Josivaldo teriam ido visitar uma tia e, ao descer do ônibus, foram abordados por dois policiais militares. Segundo os PMs, os jovens estavam armados e houve troca de tiros. O pedreiro teria sido vítima de uma bala perdida.
A família dos mortos contesta a versão - os dois jovens, inclusive, eram deficientes mentais e, de acordo com familiares, não teriam acesso a armas. Na versão dos PMs do 5º Batalhão, os garotos estavam com uma pistola 380 e uma espingarda. O armamento foi apreendido pela Polícia, assim como as pistolas Ponto 40 dos militares.
Além dos parentes, relatos de moradores também dão conta de outra versão para a abordagem. Segundo as testemunhas, a guarnição já chegou agredindo e atirando em Josenildo e Josivaldo. O exame residuográfico para detectar a presença de vestígios de pólvora nas mãos deles não foi requisitado pela polícia.
De acordo com o advogado Pedro Montenegro, que acompanha o caso pela família dos irmãos, a reconstituição pode ajudar a encontrar respostas para os questionamentos que ficaram em aberto. "A família deseja esclarecimentos da morte, a fim de que se afaste ou se confirme a suspeita de homicídio triplo".
Na ocasião do crime, o Comando da Polícia Militar garantiu que a abordagem aconteceu dentro da legalidade, acrescentando que a corporação não afastaria os policiais das ruas até que haja indícios de que eles praticaram algum tipo de arbitrariedade.
De acordo com a delegada Teíla Nogueira, responsável pela investigação, a reprodução simulada da ocorrência vai ajudar a esclarecer o que aconteceu, de fato. "Achamos que é um passo importante para confirmar a versão que vem sendo dada pelos policiais, para que possamos saber se o crime aconteceu da forma como eles contaram", disse.
Ainda de acordo com Teíla, os militares envolvidos no caso estarão presentes na reconstituição, mas não é obrigatória a participação deles, que estão soltos e trabalhando normalmente. Ela acrescenta que a reprodução simulada pode trazer novidades. "Com certeza podemos ter mais informações, por isso ela foi requisitada", completou.
Agentes da Polícia Civil, policiais militares e equipes do Instituto de Criminalística (IC) devem estar presentes na ocasião.
A morte dos jovens e de Reinaldo aconteceu no dia 25 de março, quando Josenildo e Josivaldo teriam ido visitar uma tia e, ao descer do ônibus, foram abordados por dois policiais militares. Segundo os PMs, os jovens estavam armados e houve troca de tiros. O pedreiro teria sido vítima de uma bala perdida.
A família dos mortos contesta a versão - os dois jovens, inclusive, eram deficientes mentais e, de acordo com familiares, não teriam acesso a armas. Na versão dos PMs do 5º Batalhão, os garotos estavam com uma pistola 380 e uma espingarda. O armamento foi apreendido pela Polícia, assim como as pistolas Ponto 40 dos militares.
Além dos parentes, relatos de moradores também dão conta de outra versão para a abordagem. Segundo as testemunhas, a guarnição já chegou agredindo e atirando em Josenildo e Josivaldo. O exame residuográfico para detectar a presença de vestígios de pólvora nas mãos deles não foi requisitado pela polícia.
De acordo com o advogado Pedro Montenegro, que acompanha o caso pela família dos irmãos, a reconstituição pode ajudar a encontrar respostas para os questionamentos que ficaram em aberto. "A família deseja esclarecimentos da morte, a fim de que se afaste ou se confirme a suspeita de homicídio triplo".
Na ocasião do crime, o Comando da Polícia Militar garantiu que a abordagem aconteceu dentro da legalidade, acrescentando que a corporação não afastaria os policiais das ruas até que haja indícios de que eles praticaram algum tipo de arbitrariedade.
Últimas Notícias
Arapiraca
Rompimento de tubulação causa afundamento da pista na AL 220, perto do Hospital de Emergência, em Arapiraca
Polícia
Polícia fecha fazendas de mineração de criptomoedas em Alagoas e investiga prejuízo milionário por furto de energia
Brasil / Mundo
Cidade do Paraná é atingida por ventos fortes de até 180 km/h
Polícia
PM flagra crimes de tráfico e cativeiro ilegal de aves silvestres
Entretenimento

