Desembargadora Elisabeth Carvalho assume temporariamente a presidência do TJ/AL
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou oficialmente, nesta quinta-feira (30), ao Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) sobre a decisão do pleno de afastar temporariamente o desembargador Washington Luiz do cargo de magistrado. Até o próximo sábado (2), o TJ informou que a presidência da Corte será exercida pela desembargadora decana, Elisabeth Carvalho Nascimento.
De acordo com o TJ/AL, a desembargadora ficará no cargo até o retorno do vice-presidente, desembargador João Luiz Azevedo Lessa, que está fora do estado de Alagoas até sábado para tratamento de saúde. Logo após o retorno, será uma feita uma solenidade no TJ para que João Luiz assuma oficialmente o posto.
Na sessão do CNJ de terça-feira, os ministros decidiram, após muita discussão e por maioria de votos, afastar o presidente do TJ e abrir três procedimentos administrativos para apurar as denúncias de crimes que recaem sobre ele, entre eles a suposta atuação política em processos no tribunal e a possibilidade de uma participação em esquema de venda de merendas.
Fábio Ferrário, advogado do desembargador, disse que recebeu com 'surpresa' o afastamento. Segundo ele, as provas analisadas pelos ministros do CNJ ''são de ouvir dizer e até o momento não há nada concreto contra o desembargador. "Acredito que o afastamento é desnecessário porque ele vinha contribuindo para as investigações. Em nenhum momento tentou obstruir ou fazer algo do tipo. Vamos recorrer dessa decisão", expôs o advogado.
De acordo com o TJ/AL, a desembargadora ficará no cargo até o retorno do vice-presidente, desembargador João Luiz Azevedo Lessa, que está fora do estado de Alagoas até sábado para tratamento de saúde. Logo após o retorno, será uma feita uma solenidade no TJ para que João Luiz assuma oficialmente o posto.
Na sessão do CNJ de terça-feira, os ministros decidiram, após muita discussão e por maioria de votos, afastar o presidente do TJ e abrir três procedimentos administrativos para apurar as denúncias de crimes que recaem sobre ele, entre eles a suposta atuação política em processos no tribunal e a possibilidade de uma participação em esquema de venda de merendas.
Fábio Ferrário, advogado do desembargador, disse que recebeu com 'surpresa' o afastamento. Segundo ele, as provas analisadas pelos ministros do CNJ ''são de ouvir dizer e até o momento não há nada concreto contra o desembargador. "Acredito que o afastamento é desnecessário porque ele vinha contribuindo para as investigações. Em nenhum momento tentou obstruir ou fazer algo do tipo. Vamos recorrer dessa decisão", expôs o advogado.
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