Funcionários da Casal decidem suspender greve por 15 dias
Após assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (27), os servidores da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) decidiram suspender a greve - iniciada há quase uma semana - durante 15 dias, quando irão participar de nova audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). A companhia deve apresentar uma proposta de reajuste salarial para a categoria até o dia 13 de julho.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Urbanitários, Nestor Powell, a Casal não apresentou nenhuma proposta na audiência de hoje - conduzida pela presidente em exercício do TRT, desembargadora Eliana Arôxa -, mas garantiu que vai apresentá-la dentro do prazo estabelecido pela Justiça.
"Vamos aguardar a proposta que será apresentada pela Casal, debatendo-a em assembleia para que a categoria decida a respeito. Esperamos que o resultado seja o melhor possível para ambas as partes", explicou Nestor.
Segundo a assessoria do TRT, durante a audiência, o advogado da Casal, Fernando Paiva, disse não haver condições para se negociar. Segundo ele, há um acordo de parcelamento da dívida estadual com a União, cuja previsão é a de que, por dois anos, os reajustes salariais sejam concedidos de forma unificada, para todas as categorias do funcionalismo. Ainda de acordo com Paiva, a autorização para qualquer reajuste precisa partir do governador do Estado.
E como nenhum membro da diretoria da Casal esteve presente, a desembargadora Eliane Arôxa propôs que a companhia apresente, em um prazo de 15 dias, proposta concreta de reajuste para a categoria, cobrando a presença de diretor da autarquia na próxima audiência.
Greve
A greve dos trabalhadores da Casal teve início no último dia 22, depois de a companhia ter se negado a apresentar proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) deste ano. Durante o plantão judiciário do último final de semana, a desembargadora Vanda Lustosa concedeu liminar e determinou que fosse garantida a manutenção mínima de 60% dos empregados nas atividades meio e fim.
A magistrada frisou que sua decisão teve como objetivo viabilizar os serviços de funcionamento e manutenção das bombas, captação, tratamento, fornecimento, abastecimento de água e tratamento de esgotos. Na audiência de dissídio, o sindicato informou que já vem cumprindo a determinação de manutenção dos serviços.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Urbanitários, Nestor Powell, a Casal não apresentou nenhuma proposta na audiência de hoje - conduzida pela presidente em exercício do TRT, desembargadora Eliana Arôxa -, mas garantiu que vai apresentá-la dentro do prazo estabelecido pela Justiça.
"Vamos aguardar a proposta que será apresentada pela Casal, debatendo-a em assembleia para que a categoria decida a respeito. Esperamos que o resultado seja o melhor possível para ambas as partes", explicou Nestor.
Segundo a assessoria do TRT, durante a audiência, o advogado da Casal, Fernando Paiva, disse não haver condições para se negociar. Segundo ele, há um acordo de parcelamento da dívida estadual com a União, cuja previsão é a de que, por dois anos, os reajustes salariais sejam concedidos de forma unificada, para todas as categorias do funcionalismo. Ainda de acordo com Paiva, a autorização para qualquer reajuste precisa partir do governador do Estado.
E como nenhum membro da diretoria da Casal esteve presente, a desembargadora Eliane Arôxa propôs que a companhia apresente, em um prazo de 15 dias, proposta concreta de reajuste para a categoria, cobrando a presença de diretor da autarquia na próxima audiência.
Greve
A greve dos trabalhadores da Casal teve início no último dia 22, depois de a companhia ter se negado a apresentar proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) deste ano. Durante o plantão judiciário do último final de semana, a desembargadora Vanda Lustosa concedeu liminar e determinou que fosse garantida a manutenção mínima de 60% dos empregados nas atividades meio e fim.
A magistrada frisou que sua decisão teve como objetivo viabilizar os serviços de funcionamento e manutenção das bombas, captação, tratamento, fornecimento, abastecimento de água e tratamento de esgotos. Na audiência de dissídio, o sindicato informou que já vem cumprindo a determinação de manutenção dos serviços.
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