Dor e muita comoção marcam o último adeus a Abinael Saldanha
A triste história do desaparecimento do jovem Abinael Ramos chegou ao final após oito dias de espera e desespero. Dor e comoção marcaram o último adeus a Abinael Ramos Saldanha, de 25 anos, na tarde desta quinta-feira (23), em um cemitério localizado no Benedito Bentes, na parte alta de Maceió. O caixão ficou fechado e de forma rápida em virtude o estado de decomposição do corpo, os presentes puderam se despedir do ente querido.
O jovem foi assassinado com um tiro na cabeça. Os supostos autores do crime, Ericksen Dowell e Jalves Ferreira, estão presos. Após as revelações feitas pelas autoridades policiais que se debruçaram sobre o caso, uma pergunta era feita por muitos dos amigos e familiares de Abinael durante o sepultamento do corpo. "Como ele [Ericksen Dowell] conseguiu fazer algo tão terrível?", questionavam. A vítima foi lembrada com saudades por aqueles que, de fato, se mobilizaram durante uma semana com o objetivo de encontrar respostas para o sumiço do jovem.
O primo de Abinael revelou que toda a família está em choque e por mais que os indícios apontassem para o final trágico, encontrar o corpo foi algo que não estava nos planos. "A família está toda em choque porque ele era uma pessoa muito boa, nunca fez mal a ninguém. Era bastante elogiado na empresa. Tive um sonho antes de ontem e tive a certeza de que ele estava morto", explicou.
Conforme investigação policial, a motivação da morte teria sido inveja profissional por parte de Ericksen Dowell, que teria encomendado a morte. De acordo com o delegado Ronilson Medeiros, responsável pelas investigações, o crime se assemelha a um caso de psicopatia.
Segundo ele, Ericksen Dowell, que era amigo de Abinael, gostaria de ter a vida dele e teria planejado a morte. Ele confessou o crime depois que o corpo foi encontrado. Jalves Ferreira, o outro preso, teria sido contratado por R$ 6 mil - parcelados - para executar o crime. Até serem presos, tinham sido pagos R$ 4.400 para que o "serviço" fosse feito.
O caso
Abinael Ramos, de 25 anos, sumiu no último dia 15, após deixar a noiva em casa e seguir para o Benedito Bentes, onde morava. Após o sumiço, foi grande a mobilização social na capital alagoana para encontrá-lo. Ele estava com casamento marcado e era considerada uma pessoa tranquila, que frequentava uma igreja evangélica.
O jovem foi assassinado com um tiro na cabeça. Os supostos autores do crime, Ericksen Dowell e Jalves Ferreira, estão presos. Após as revelações feitas pelas autoridades policiais que se debruçaram sobre o caso, uma pergunta era feita por muitos dos amigos e familiares de Abinael durante o sepultamento do corpo. "Como ele [Ericksen Dowell] conseguiu fazer algo tão terrível?", questionavam. A vítima foi lembrada com saudades por aqueles que, de fato, se mobilizaram durante uma semana com o objetivo de encontrar respostas para o sumiço do jovem.
O primo de Abinael revelou que toda a família está em choque e por mais que os indícios apontassem para o final trágico, encontrar o corpo foi algo que não estava nos planos. "A família está toda em choque porque ele era uma pessoa muito boa, nunca fez mal a ninguém. Era bastante elogiado na empresa. Tive um sonho antes de ontem e tive a certeza de que ele estava morto", explicou.
Conforme investigação policial, a motivação da morte teria sido inveja profissional por parte de Ericksen Dowell, que teria encomendado a morte. De acordo com o delegado Ronilson Medeiros, responsável pelas investigações, o crime se assemelha a um caso de psicopatia.
Segundo ele, Ericksen Dowell, que era amigo de Abinael, gostaria de ter a vida dele e teria planejado a morte. Ele confessou o crime depois que o corpo foi encontrado. Jalves Ferreira, o outro preso, teria sido contratado por R$ 6 mil - parcelados - para executar o crime. Até serem presos, tinham sido pagos R$ 4.400 para que o "serviço" fosse feito.
O caso
Abinael Ramos, de 25 anos, sumiu no último dia 15, após deixar a noiva em casa e seguir para o Benedito Bentes, onde morava. Após o sumiço, foi grande a mobilização social na capital alagoana para encontrá-lo. Ele estava com casamento marcado e era considerada uma pessoa tranquila, que frequentava uma igreja evangélica.
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