Empresário encontrado morto em motel era considerado foragido pela Operação Turbulência
Foi encontrado morto na noite dessa quarta-feira, 22, o empresário Paulo Cesar de Barros Morato, em um motel no bairro de Sapucaia, em Olinda, Região Metropolitana do Recife. De acordo com informações da Polícia Federal (PF), Morato era considerado foragido desde terça, 21, quando foi deflagrada a Operação Turbulência.
Paulo Cesar, que era considerado um ‘laranja’, é apontado pelo Ministério Público como um dos que obteve vantagens na aquisição da aeronave Cesnna, que transportava o ex-governador e candidato à presidência da República, Eduardo Campos, morto em 13 de agosto de 2014, num acidente aéreo.
"Quem vai cuidar da investigação por enquanto é a Polícia Civil. Mas já foi designado um policial federal para acompanhar os trabalhos da perícia. Se for constatado que as circunstâncias da morte têm ligação com a Operação Turbulência, aí Polícia Federal pode entrar nas investigações", afirmou o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro.
Paulo Cesar, que era considerado um ‘laranja’, é apontado pelo Ministério Público como um dos que obteve vantagens na aquisição da aeronave Cesnna, que transportava o ex-governador e candidato à presidência da República, Eduardo Campos, morto em 13 de agosto de 2014, num acidente aéreo.
"Quem vai cuidar da investigação por enquanto é a Polícia Civil. Mas já foi designado um policial federal para acompanhar os trabalhos da perícia. Se for constatado que as circunstâncias da morte têm ligação com a Operação Turbulência, aí Polícia Federal pode entrar nas investigações", afirmou o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro.

Empresário era considerado foragido pela Operação Turbulência (Foto: Reprodução)
A causa da morte do empresário ainda é desconhecida. Segundo a delegada Gleide Ângelo, que deixou o motel por volta das 23h10, ainda não poderiam ser passadas informações no momento. O carro do empresário foi encaminhado para o Departamento do Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
Em conversa com um policial civil, o G1 apurou que o corpo não tinha sinais de violência. Ele foi encontrado em cima da cama, junto com os documentos, R$ 3 mil e um relógio avaliado em R$ 10 mil.
A equipe do Instituto de Criminalística (IC) também esteve no local, mas os peritos não quiseram dar entrevista à imprensa. "Ainda vão ser feitos exames adicionais, então não podemos falar nada no momento. A delegada Gleide Angelo está investigando o caso e, no momento oportuno, dará uma coletiva", limitou-se a dizer a perita Vanja Coelho.
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