Assassino de professor universitário simulava virgindade de garotas de programa
O ex-garoto de programa José Ricardo quebrou o silêncio nessa segunda-feira, 20, e revelou detalhes do esquema de prostituição que preparou antes de praticar o crime de assassinato contra o professor universitário José Neiva.
Condenado a 24 anos pelo assassinato, ele revelou em entrevista ao programa ‘A Liga’, da TV Bandeirantes, que chegou a fazer leilão de falsas virgens para ganhar dinheiro.
"Eu estava desempregado e uma amiga colocou o meu nome nos classificados, como garoto de programa. O Neiva foi o meu terceiro cliente. No início, ele pediu apenas que eu tivesse relação com a amante dele, mas depois passamos a manter relações", diz à repórter Maria Paula.
Ricardo revela que, com o tempo, acabou percebendo "uma brecha no mercado negro" da prostituição e passou a alugar diversas residências por temporada, que serviam como ponto de encontro. José Ricardo revela que, então, passou a fazer leilões de virgens nesses locais.
"Comecei a contratar garotas maiores de idade, mas com aparência de pessoas mais novas. Eu comecei a fazer leilão dessas pessoas (...) um leilão para ter uma relação sexual com aquela pessoa, como se fosse uma garota de programa. No caso, ele [o cliente] teria uma relação com ela, como se ela fosse uma virgem", ressalta.
O presidiário afirmou que recorria a compostos químicos, como “pedra hume” e “ permanganato de potássio de sódio”, para dar a impressão de que as garotas eram virgens e, de acordo com ele, “as garotas se banhavam com os produtos”, que faziam juntar a carne. As relações, porém, só aconteciam depois que eram servidas bebidas alcoólicas aos clientes, segundo José.
O negócio estava tão próspero, na época, que os valores cobrados variavam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil por cada leilão, e foi justamente o crescimento desse comércio que despertou o interesse de José Neiva, que, segundo ele, passou a cobrar uma parte dos lucros obtidos.
O presidiário diz que foi uma ameaça que o fez agir impulsivamente e assassinar o professor no dia 9 de março de 2012. "Ele veio me falar que eu estava tomando o mercado que ele tinha. E me disse assim: 'Ricardo, ou você me dá parte do que você tem ou eu vou divulgar imagens e nomes de pessoas na internet (...) A única coisa que veio na minha cabeça foi: vamos voltar a cama, vamos ter uma relação normal, na qual eu pedi para fazer sadomasoquismo com ele. No meio da relação, eu passei o cinturão no pescoço dele e vim a asfixiar ele. Foi quando ele veio a óbito'".
Condenado a 24 anos pelo assassinato, ele revelou em entrevista ao programa ‘A Liga’, da TV Bandeirantes, que chegou a fazer leilão de falsas virgens para ganhar dinheiro.
"Eu estava desempregado e uma amiga colocou o meu nome nos classificados, como garoto de programa. O Neiva foi o meu terceiro cliente. No início, ele pediu apenas que eu tivesse relação com a amante dele, mas depois passamos a manter relações", diz à repórter Maria Paula.
Ricardo revela que, com o tempo, acabou percebendo "uma brecha no mercado negro" da prostituição e passou a alugar diversas residências por temporada, que serviam como ponto de encontro. José Ricardo revela que, então, passou a fazer leilões de virgens nesses locais.
"Comecei a contratar garotas maiores de idade, mas com aparência de pessoas mais novas. Eu comecei a fazer leilão dessas pessoas (...) um leilão para ter uma relação sexual com aquela pessoa, como se fosse uma garota de programa. No caso, ele [o cliente] teria uma relação com ela, como se ela fosse uma virgem", ressalta.
O presidiário afirmou que recorria a compostos químicos, como “pedra hume” e “ permanganato de potássio de sódio”, para dar a impressão de que as garotas eram virgens e, de acordo com ele, “as garotas se banhavam com os produtos”, que faziam juntar a carne. As relações, porém, só aconteciam depois que eram servidas bebidas alcoólicas aos clientes, segundo José.
O negócio estava tão próspero, na época, que os valores cobrados variavam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil por cada leilão, e foi justamente o crescimento desse comércio que despertou o interesse de José Neiva, que, segundo ele, passou a cobrar uma parte dos lucros obtidos.
O presidiário diz que foi uma ameaça que o fez agir impulsivamente e assassinar o professor no dia 9 de março de 2012. "Ele veio me falar que eu estava tomando o mercado que ele tinha. E me disse assim: 'Ricardo, ou você me dá parte do que você tem ou eu vou divulgar imagens e nomes de pessoas na internet (...) A única coisa que veio na minha cabeça foi: vamos voltar a cama, vamos ter uma relação normal, na qual eu pedi para fazer sadomasoquismo com ele. No meio da relação, eu passei o cinturão no pescoço dele e vim a asfixiar ele. Foi quando ele veio a óbito'".
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