Vândalos destroem túmulos e roubam objetos em cemitério de Maceió
Nem os cemitérios públicos de Maceió estão livres da ação de vândalos. No Nossa Senhora da Piedade, no Prado, os ataques a túmulos se tornaram frequentes. Os criminosos destroem os mausoléus em busca de possíveis objetos de valor.
Nada escapa da mira dos vândalos: cruzes de bronze, argolas usadas para abrir os túmulos e até mesmo correntes são roubadas. Para subtrair os objetos, eles têm utilizado ferramentas que danificam a estrutura dos mausoléus.
O agrimensor Evandro Sarmento, de 58 anos, afirmou ter tomado um susto ao chegar ao cemitério Nossa Senhora da Piedade nesse domingo (19) pela manhã. O túmulo da família, mantido do local desde 1969, havia sido atacado.
"Os vândalos destruíram quatro torres de alvenaria, roubaram cruzes e argolas de bronze, além de correntes, e nós, que pagamos uma taxa anual, ficamos com o prejuízo. Isso aconteceu ao longo dos últimos 15 dias", explicou o agrimensor.
Evandro Sarmento explica que procurou a administração do cemitério para cobrar explicações e que ouviu como explicação que a vigilância do local era feita por guardas municipais, que foram removidos do cemitério. Desde então os casos de vandalismo tem crescido.
A Prefeitura de Maceió, no entanto, informou que a Guarda Municipal reforçou as rondas na região do Cemitério da Piedade e que fez "a apreensão de pessoas envolvidas em furtos".
"A Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) informa que avalia a possibilidade da contratação de seguranças. O órgão também comunicou os contantes furtos à Secretaria de Segurança Pública", explicou em nota.
Nada escapa da mira dos vândalos: cruzes de bronze, argolas usadas para abrir os túmulos e até mesmo correntes são roubadas. Para subtrair os objetos, eles têm utilizado ferramentas que danificam a estrutura dos mausoléus.
O agrimensor Evandro Sarmento, de 58 anos, afirmou ter tomado um susto ao chegar ao cemitério Nossa Senhora da Piedade nesse domingo (19) pela manhã. O túmulo da família, mantido do local desde 1969, havia sido atacado.
"Os vândalos destruíram quatro torres de alvenaria, roubaram cruzes e argolas de bronze, além de correntes, e nós, que pagamos uma taxa anual, ficamos com o prejuízo. Isso aconteceu ao longo dos últimos 15 dias", explicou o agrimensor.
Evandro Sarmento explica que procurou a administração do cemitério para cobrar explicações e que ouviu como explicação que a vigilância do local era feita por guardas municipais, que foram removidos do cemitério. Desde então os casos de vandalismo tem crescido.
A Prefeitura de Maceió, no entanto, informou que a Guarda Municipal reforçou as rondas na região do Cemitério da Piedade e que fez "a apreensão de pessoas envolvidas em furtos".
"A Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) informa que avalia a possibilidade da contratação de seguranças. O órgão também comunicou os contantes furtos à Secretaria de Segurança Pública", explicou em nota.
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