Piloto de avião suspeito de integrar grupo de contrabando é preso em AL
Um homem suspeito de integrar uma quadrilha responsável por esquema internacional de contrabando de mercadorias se entregou à Polícia Federal (PF), em Maceió, na noite de quinta-feira (16). A informação foi confirmada pela assessoria da PF na manhã desta sexta (17). Segundo as investigações, o grupo agia em vários estados do país e movimentava cerca de R$ 3 bilhões por ano.
O suspeito preso em Maceió não teve a identidade revelada. A PF informou que ele é natural do Paraná, onde aconteceu uma operação para prender outros integrantes do grupo criminoso, e estava na capital alagoana trabalhando como piloto de aeronaves.
O superintendente adjunto da PF, delegado André Costa, disse em entrevista que, antes do suspeito se entregar, os policiais federais estiveram na casa onde ele estava morando para tentar prendê-lo. "Fomos ao endereço apontado pelos investigadores, mas ele não se encontrava naquele momento".
Ainda segundo Costa, o suspeito estava em Maceió ha cerca de um mês. Ele vai ficar na carceragem da PF em Maceió, aguardando um posicionamento da PF no Paraná sobre em qual estado será ouvido.
“Ele está trabalhando como piloto aqui em Alagoas. O pai e o irmão também faziam o contrabando de mercadorias e os dois foram presos ontem no Paraná”.
Ele é suspeito de ser o piloto de uma aeronave que foi interceptada por um caça em outubro do ano passado, no Mato Grosso do Sul.
“Ele se envolveu em uma situação no ano passado onde foi alvo de tiros de caças brasileiros por não obedecer ao comando nem ter planos de voo, desobedecendo a legislação”, explicou o superintendente da PF.
Além de Alagoas, a ação ocorreu em cidades do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, para cumprir 138 mandados judiciais.
O suspeito preso em Maceió não teve a identidade revelada. A PF informou que ele é natural do Paraná, onde aconteceu uma operação para prender outros integrantes do grupo criminoso, e estava na capital alagoana trabalhando como piloto de aeronaves.
O superintendente adjunto da PF, delegado André Costa, disse em entrevista que, antes do suspeito se entregar, os policiais federais estiveram na casa onde ele estava morando para tentar prendê-lo. "Fomos ao endereço apontado pelos investigadores, mas ele não se encontrava naquele momento".
Ainda segundo Costa, o suspeito estava em Maceió ha cerca de um mês. Ele vai ficar na carceragem da PF em Maceió, aguardando um posicionamento da PF no Paraná sobre em qual estado será ouvido.
“Ele está trabalhando como piloto aqui em Alagoas. O pai e o irmão também faziam o contrabando de mercadorias e os dois foram presos ontem no Paraná”.
Ele é suspeito de ser o piloto de uma aeronave que foi interceptada por um caça em outubro do ano passado, no Mato Grosso do Sul.
“Ele se envolveu em uma situação no ano passado onde foi alvo de tiros de caças brasileiros por não obedecer ao comando nem ter planos de voo, desobedecendo a legislação”, explicou o superintendente da PF.
Além de Alagoas, a ação ocorreu em cidades do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, para cumprir 138 mandados judiciais.
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