Polícia Militar altera escala para reforçar policiamento em escolas, em AL
Após os atentados registrados à porta de escolas, em Maceió, nessa segunda e terça-feira (14), o Batalhão Escolar da Polícia Militar de Alagoas (BPEsc) vai alterar a escala de serviço de militares da unidade para reforçar o policiamento nas regiões onde as unidades de ensino ficam localizadas.
Na última segunda-feira, um pai de aluno foi retirado a bala do seu veículo durante um assalto. Já nesta terça, um homem morreu e uma adolescente foi baleado em um suposto crime de "mando".
Segundo o comandante do BPEsc, major Marlon Araújo, os casos em questão, bem como os arrastões que são registrados em pontos de ônibus, mostram que os bandidos estão aproveitando o período de troca de turno da Polícia Militar para cometer os crimes em várias regiões da capital.
"Para combater essa modalidade, vamos alterar a escala de serviço dos nossos militares. Desde essa terça, eles estão entrando de serviço mais cedo nas ruas. O batalhão vai seguir trabalhando firme para combater essas situações", expôs.
Segundo Araújo, ao longo dos seis primeiros meses do ano de 2016, os militares estão trabalhando de forma firme para coibir os crimes na parte alta de Maceió.
Tanto que, segundo o oficial, já foram apreendidas 33 armas nas regiões que cercam as comunidades escolares da capital. O número é bem próximo do recorde do batalhão no período de um ano, em 2015, quando 31 armas foram apreendidas.
Na última segunda-feira, um pai de aluno foi retirado a bala do seu veículo durante um assalto. Já nesta terça, um homem morreu e uma adolescente foi baleado em um suposto crime de "mando".
Segundo o comandante do BPEsc, major Marlon Araújo, os casos em questão, bem como os arrastões que são registrados em pontos de ônibus, mostram que os bandidos estão aproveitando o período de troca de turno da Polícia Militar para cometer os crimes em várias regiões da capital.
"Para combater essa modalidade, vamos alterar a escala de serviço dos nossos militares. Desde essa terça, eles estão entrando de serviço mais cedo nas ruas. O batalhão vai seguir trabalhando firme para combater essas situações", expôs.
Segundo Araújo, ao longo dos seis primeiros meses do ano de 2016, os militares estão trabalhando de forma firme para coibir os crimes na parte alta de Maceió.
Tanto que, segundo o oficial, já foram apreendidas 33 armas nas regiões que cercam as comunidades escolares da capital. O número é bem próximo do recorde do batalhão no período de um ano, em 2015, quando 31 armas foram apreendidas.
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