Movimentos sociais realizam protesto contra presidente interino Michel Temer
Trabalhadores e movimentos sociais e culturais participaram, na manhã desta sexta-feira (10), de um ato contra o governo do presidente interino Michel Temer. A concentração aconteceu na Praça Centenário, no Farol, e, de lá, eles saíram em caminhada pelas ruas do Centro, parando novamente na Praça Deodoro.
No local, onde fica o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) foram pregadas faixas contra Temer e contra o sistema judiciário brasileiro. "Queremos chamar atenção também para o que está acontecendo na Justiça brasileira, para como ela está se comportando. Queremos que ela seja imparcial", explicou a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rilda Alves.
O movimento, que acontece nacionalmente, foi organizado pela entidade e teve a participação também de movimentos ligados à terra e à cultura. Segundo a presidente, o objetivo principal é se posicionar a favor da democracia e dos direitos trabalhistas e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
No próximo dia 16, acontece um novo ato com os trabalhadores do campo, que devem ocupar agências do INSS da capital e de mais dez cidades alagoanas. Participam da manifestação a CUT, os Sindicatos dos Trabalhadores em Educação (Sinteal) e dos Bancários e Financeiros, os Movimentos Via do Trabalho (MVT) e Sem-Terra (MST), o Sindicato e a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal).
No local, onde fica o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) foram pregadas faixas contra Temer e contra o sistema judiciário brasileiro. "Queremos chamar atenção também para o que está acontecendo na Justiça brasileira, para como ela está se comportando. Queremos que ela seja imparcial", explicou a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rilda Alves.
O movimento, que acontece nacionalmente, foi organizado pela entidade e teve a participação também de movimentos ligados à terra e à cultura. Segundo a presidente, o objetivo principal é se posicionar a favor da democracia e dos direitos trabalhistas e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
No próximo dia 16, acontece um novo ato com os trabalhadores do campo, que devem ocupar agências do INSS da capital e de mais dez cidades alagoanas. Participam da manifestação a CUT, os Sindicatos dos Trabalhadores em Educação (Sinteal) e dos Bancários e Financeiros, os Movimentos Via do Trabalho (MVT) e Sem-Terra (MST), o Sindicato e a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal).
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