Movimentos sociais ocupam agências da Caixa e do INSS no interior de AL
Diversos movimentos sociais realizam, na manhã desta quarta-feira (8), atos contra o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB). Camponeses ocupam agências da Caixa Econômica Federal e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em várias cidades alagoanas.
No estado, a mobilização acontece em São Luiz do Quitunde, Joaquim Gomes, Flexeiras, União dos Palmares, Piranhas, Delmiro Gouveia, Girau do Ponciano, Atalaia, Arapiraca, Murici e Teotônio Vilela. Eles também estão fazendo marchas pelas ruas dos municípios.
A pauta é a defesa da Previdência Rural e a manutenção e fortalecimento do Programa Nacional de Habitação Rural. A ação faz parte das mobilizações da Jornada Unitária dos Trabalhadores e Trabalhadoras, Povos do Campo, das Águas e das Florestas, que na sexta-feira realizam um movimento nacional contra Temer.
Para Margarida da Silva, da direção nacional do MST, os poucos dias do governo interino já trazem medidas que afetam os trabalhadores do campo. "Seja com a extinção de ministérios, o desmonte de programas como o Minha Casa Minha Vida e o Bolsa Família, a flexibilização das leis trabalhistas ou a anunciada reforma da Previdência".
Além do Movimento Sem Terra, participam das ações em Alagoas a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Via do Trabalho e os Movimentos de Libertação dos Sem Terra (MLST), de Luta pela Terra (MLT) e Terra Livre.
No estado, a mobilização acontece em São Luiz do Quitunde, Joaquim Gomes, Flexeiras, União dos Palmares, Piranhas, Delmiro Gouveia, Girau do Ponciano, Atalaia, Arapiraca, Murici e Teotônio Vilela. Eles também estão fazendo marchas pelas ruas dos municípios.
A pauta é a defesa da Previdência Rural e a manutenção e fortalecimento do Programa Nacional de Habitação Rural. A ação faz parte das mobilizações da Jornada Unitária dos Trabalhadores e Trabalhadoras, Povos do Campo, das Águas e das Florestas, que na sexta-feira realizam um movimento nacional contra Temer.
Para Margarida da Silva, da direção nacional do MST, os poucos dias do governo interino já trazem medidas que afetam os trabalhadores do campo. "Seja com a extinção de ministérios, o desmonte de programas como o Minha Casa Minha Vida e o Bolsa Família, a flexibilização das leis trabalhistas ou a anunciada reforma da Previdência".
Além do Movimento Sem Terra, participam das ações em Alagoas a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Via do Trabalho e os Movimentos de Libertação dos Sem Terra (MLST), de Luta pela Terra (MLT) e Terra Livre.
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