Moradores do Distrito Industrial ameaçam danificar pista em protesto por lombadas
Moradores que residem nas proximidades do Distrito Industrial em Arapiraca realizaram um protesto e bloquearam a AL 115, na manhã desta terça-feira (7), para pedir que lombadas sejam construídas no local, com a finalidade de evitar que os acidentes continuem a ocorrer na região.
O esposo da moradora Iolanda Gomes da Silva, identificado apenas como Fulore, voltava da missa, a pé, no último domingo (5), quando foi surpreendido por uma motocicleta e ficou ferido. Segundo Iolanda, não deu tempo de qualquer reação para que o acidente não ocorresse.
“A gente vai deixar acontecer mais vítima para fazer mais alguma coisa, gente? Meu esposo vinha da missa, a pé. Nós queremos qualquer coisa, o importante é que respeite a vida do ser humano”, ratificou a moradora.
Além de lombadas para fazer com que os motoristas reduzam a velocidade no local, populares afirmam que a fiscalização intensiva também poderia ajudar na diminuição do número de acidentes, uma vez que crianças precisam se deslocar até escolas do centro urbano.
“Há dois anos, morreu uma senhora aqui com as pernas quebradas. Nós já fizemos abaixo-assinado e nunca apareceu ninguém. Já fizemos várias reuniões e eles prometeram que vinham e até hoje nunca vieram. Agora nós estamos aqui queimando e vamos ficar até aparecer alguém para fazer alguma coisa e, se não vier, amanhã nós vamos quebrar a pista”, concluiu a moradora.
A Polícia Militar já está no local e aguarda que representantes do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) tentem acordo com os moradores para a liberação da rodovia, que está totalmente bloqueada com galhos em chamas. O Corpo de Bombeiros Militar também foi acionado para atender à ocorrência e apagar o fogo, quando necessário.
O esposo da moradora Iolanda Gomes da Silva, identificado apenas como Fulore, voltava da missa, a pé, no último domingo (5), quando foi surpreendido por uma motocicleta e ficou ferido. Segundo Iolanda, não deu tempo de qualquer reação para que o acidente não ocorresse.
“A gente vai deixar acontecer mais vítima para fazer mais alguma coisa, gente? Meu esposo vinha da missa, a pé. Nós queremos qualquer coisa, o importante é que respeite a vida do ser humano”, ratificou a moradora.
Além de lombadas para fazer com que os motoristas reduzam a velocidade no local, populares afirmam que a fiscalização intensiva também poderia ajudar na diminuição do número de acidentes, uma vez que crianças precisam se deslocar até escolas do centro urbano.
“Há dois anos, morreu uma senhora aqui com as pernas quebradas. Nós já fizemos abaixo-assinado e nunca apareceu ninguém. Já fizemos várias reuniões e eles prometeram que vinham e até hoje nunca vieram. Agora nós estamos aqui queimando e vamos ficar até aparecer alguém para fazer alguma coisa e, se não vier, amanhã nós vamos quebrar a pista”, concluiu a moradora.
A Polícia Militar já está no local e aguarda que representantes do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) tentem acordo com os moradores para a liberação da rodovia, que está totalmente bloqueada com galhos em chamas. O Corpo de Bombeiros Militar também foi acionado para atender à ocorrência e apagar o fogo, quando necessário.
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