Operação deixa um morto, prende 7 e apreende explosivos em Arapiraca

Por Redação 03/06/2016 19h07 - Atualizado em 03/06/2016 22h10
Por Redação 03/06/2016 19h07 Atualizado em 03/06/2016 22h10
Operação deixa um morto, prende 7 e apreende explosivos em Arapiraca
Alexandre dos Santos, Marcos Robério, Maxwell Queiroz e José Alderivan - Foto: Montagem/ Ascom 3° BPM
Uma pessoa morreu e sete foram presas durante a "Operação Agreste Seguro", iniciada na quarta-feira (01), em Arapiraca e região. A operação faz parte de uma Força Tarefa montada pela Secretaria de Segurança Pública para combater o alto número de homicídios da cidade.

Os presos são acusados de homicídio, assaltos, entre outros crimes na região. Osmandados de busca, apreensão e prisão foram expedidos pela 8ª Vara Criminal de Arapiraca.

A operação teve início na quarta-feira (01) e até esta sexta (03), foram realizadas sete prisões e uma pessoa morreu. Além disso foram apreendidos dois revólveres; dezoito munições de fuzil 762, de uso restrito; cinco munições de .30, uma arma antiaérea capaz de derrubar helicóptero e perfurar carro forte; além de oito bananas de dinamites.

Dos sete, apenas os presos hoje foram identificados: quatro aconteceram hoje: José Alderivan da Paz, preso em cumprimento de mandado; Marcos Robério dos Santos, preso por com arma, posse de munição de uso restrito; Maxwell Queiroz Silva, preso por posse irregular de arma de fogo; e Alexandre dos Santos Barbosa, com ele os policiais encontrara as bananas de dinamite, uma balaclava e um par de luvas.

O secretario de Segurança Pública, Lima Júnior, afirmou, durante entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (3), que as munições .30 apreendidas pela Polícia Civil na cidade de Arapiraca, durante uma operação, possivelmente seriam utilizadas em ataques a carros-fortes no estado. Com a apreensão do material que é de uso restrito das Forças Armadas, a direção da Polícia Civil determinou que a Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic) investigue quais seriam os alvos dos suspeitos.

Segundo Lima Júnior, os levantamentos iniciais do setor de inteligência da Secretária de Segurança Pública (SSP) apontam que a munição .30 possivelmente seria usado para roubo de carros-fortes no estado de Alagoas. De acordo com o secretário, a literatura mostra que a munição, que é de alto calibre, pode ser usada, inclusive, para derrubar os helicópteros da polícia. Ele garantiu que, se esse fato acontecesse, os bandidos "provariam do mesmo castigo".

A força-tarefa é composta pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), Asfixia, Operação Litorânea (Oplit), Grupamento Aéreo e 3º Batalhão de Polícia. “Nossa missão é dar segurança à sociedade e, para isso, trabalhamos em ritmo intenso para tirar criminosos das ruas”, disse o secretário de Segurança Pública, Lima Júnior.