Vereador e secretário do Meio Ambiente conhecem sistema de tratamento de efluentes da FrigoVale
Depois da audiência pública realizada no início de maio, que terminou com um voto de repúdio da Câmara Municipal de Arapiraca ao não comparecimento dos diretores da Frigovale, para discutir sobre as denúncias dos moradores do Conjunto Residencial Brisa do Lago sobre o mal cheiro provocado pelo abate de animais e as constantes cobranças dos vereadores, a empresa instalou, nesta quarta-feira (24), um sistema de tratamento de efluentes de última geração, conhecido como BioAmp, da empresa NHC, de origem americana, líder em pesquisa química.
Segundo a médica veterinária, responsável técnica da FrigoVale, Caroline Fleury Canesin, a NHC tem sede em Dallas, no Texas, e está presente em mais de 60 países, e há 48 anos no Brasil.
É um sistema microbiológico de última geração, que usa 5 tipos de bactérias diferentes para fazer o tratamento do efluente, conhecidas como Free-Flow. “Essas bactérias trabalham tanto com oxigênio como sem oxigênio e não produzem superbactérias, digerem toda a matéria orgânica, principalmente as bactérias causadoras de odor e liberam oxigênio e gás carbono”, diz a técnica responsável.
A ideia é usar o meio ambiente a favor dele. No final, a água que estava completamente contaminada estará limpa e os microrganismos estarão mortos, estando assim a favor da natureza. Caroline Fleury disse, ainda, que pelos estudos da empresa, em duas semanas, já a partir do dia 24 deste mês, estará com 80% dos odores resolvidos e em um mês estará 100% livre de odores. “É um sistema automático, faz tudo sozinho, se houver queda de energia, ele possui um gerador com capacidade de 50 horas”, garantiu ela.
A cada 24 horas são jogados na lagoa 36 trilhões de microrganismos que, em 4 horas, multiplicam para 126 trilhões. Esse sistema não causa nenhum dano ao meio ambiente, não causa doenças e é registrado nos órgãos competentes. “Assim, a FrigoVale contribuirá com o meio ambiente e evitará odores para as regiões vizinhas ao frigorífico”, afirma.
Durante mais de uma hora, a técnica, juntamente com vereador Fabiano Leão (PMDB) e o secretário municipal de Meio Ambiente, Ivens Barboza, fizeram uma vistoria nos tanques onde está sendo processado o novo sistema, que, de acordo com os técnicos da empresa, dentro de 30 dias, o mal cheiro não mais será sentido pelos moradores do Brisa do Lago e muito menos por pessoas que morem próximo à FrigoVale.
“Estamos conscientes do nosso papel como gestores e fiscalizadores e pudemos sentir de perto que o mau cheiro que, há muito tempo, vinha causando sérios transtornos às comunidades não estamos mais sentindo”, constatou o secretário Ivens Barbosa.
O mesmo pensamento foi defendido pelo vereador Fabiano Leão ao afirmar que depois deste encontro estará se reunindo com os demais vereadores para relatar os resultados da sua visita à FrigoVale. “Estamos cumprindo com o nosso papel de fiscalizar e cobrar uma melhor qualidade de vida para nosso povo”, disse o vereador.
Segundo a médica veterinária, responsável técnica da FrigoVale, Caroline Fleury Canesin, a NHC tem sede em Dallas, no Texas, e está presente em mais de 60 países, e há 48 anos no Brasil.
É um sistema microbiológico de última geração, que usa 5 tipos de bactérias diferentes para fazer o tratamento do efluente, conhecidas como Free-Flow. “Essas bactérias trabalham tanto com oxigênio como sem oxigênio e não produzem superbactérias, digerem toda a matéria orgânica, principalmente as bactérias causadoras de odor e liberam oxigênio e gás carbono”, diz a técnica responsável.
A ideia é usar o meio ambiente a favor dele. No final, a água que estava completamente contaminada estará limpa e os microrganismos estarão mortos, estando assim a favor da natureza. Caroline Fleury disse, ainda, que pelos estudos da empresa, em duas semanas, já a partir do dia 24 deste mês, estará com 80% dos odores resolvidos e em um mês estará 100% livre de odores. “É um sistema automático, faz tudo sozinho, se houver queda de energia, ele possui um gerador com capacidade de 50 horas”, garantiu ela.
A cada 24 horas são jogados na lagoa 36 trilhões de microrganismos que, em 4 horas, multiplicam para 126 trilhões. Esse sistema não causa nenhum dano ao meio ambiente, não causa doenças e é registrado nos órgãos competentes. “Assim, a FrigoVale contribuirá com o meio ambiente e evitará odores para as regiões vizinhas ao frigorífico”, afirma.
Durante mais de uma hora, a técnica, juntamente com vereador Fabiano Leão (PMDB) e o secretário municipal de Meio Ambiente, Ivens Barboza, fizeram uma vistoria nos tanques onde está sendo processado o novo sistema, que, de acordo com os técnicos da empresa, dentro de 30 dias, o mal cheiro não mais será sentido pelos moradores do Brisa do Lago e muito menos por pessoas que morem próximo à FrigoVale.
“Estamos conscientes do nosso papel como gestores e fiscalizadores e pudemos sentir de perto que o mau cheiro que, há muito tempo, vinha causando sérios transtornos às comunidades não estamos mais sentindo”, constatou o secretário Ivens Barbosa.
O mesmo pensamento foi defendido pelo vereador Fabiano Leão ao afirmar que depois deste encontro estará se reunindo com os demais vereadores para relatar os resultados da sua visita à FrigoVale. “Estamos cumprindo com o nosso papel de fiscalizar e cobrar uma melhor qualidade de vida para nosso povo”, disse o vereador.
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