Sérgio Guizé descarta título de galã: ‘A obra em 1º lugar’
Sucesso no folhetim das 18h, ‘Êta Mundo Bom!’, Sérgio Guizé, de 36 anos, nunca imaginou receber um título de galã na vida. Protagonizando sua terceira novela seguida, o rapaz, tímido e com um jeito esquisito, de Santo André, do ABC de São Paulo, é o nome da vez da TV Globo.
“Nem sabia direito o que era ser galã. No teatro não tem isso. Você constrói um personagem incrível ou constrói a imagem de um ator incrível, que se dá bem com todo mundo e fala muito bem. Minha preocupação sempre foi com o personagem. A obra em primeiro lugar. Nunca parei para pensar no Sergio galã. Agora sei, mais ou menos, o que é", disse.
Sérgio teve como inspiração para a construção de seu personagem, o ingênuo Candinho, em Amácio Mazzaropi e Charles Chaplin. E ficou surpreso com a repercussão do projeto. Até aqui, a trama registra a maior audiência na faixa das 18h dos últimos quatro anos.
“Não é fácil. É um trabalho árduo, mas no bom sentido, porque está todo mundo jogando o mesmo jogo, um fazendo pelo outro. É uma felicidade ser protagonista e fazer uma novela de sucesso”, festejou.
O ritmo intenso de gravações praticamente acabou com a vida social do artista. Guizé precisa ficar sem dormir para cumprir os compromissos de sua banda Tio Cine, por exemplo. Por causa da falta de tempo, o namorado de Nathalia Dill não tem tido tempo de sentir nas ruas o sucesso estrondoso de seu personagem. O moreno ficou sabendo que Candinho havia caído no gosto popular através de um recado enviado pelo autor.
“É um estímulo para a gente continuar brigando por esse jogo até o final. Isso me tira algumas coisas, mas traz outras boas como o otimismo, é uma troca. Sou apaixonado pelo personagem, pelo processo. É o que me faz deixar minha banda, minha família. O mais importante é a obra e saber que está funcionando”, explicou.
A empolgação do galã some apenas quando o assunto é sua vida pessoal. Bastante reservado, o ator não esconde seu desconforto em abrir sua intimidade: “Me escondo atrás dos meus personagens, eles falam muito melhor do que eu. Não tenho um pingo de interesse em expor minha vida pessoal. Sempre fui de observar, mais do que falar. Acho até que é um jeito de aprender.”
“Nem sabia direito o que era ser galã. No teatro não tem isso. Você constrói um personagem incrível ou constrói a imagem de um ator incrível, que se dá bem com todo mundo e fala muito bem. Minha preocupação sempre foi com o personagem. A obra em primeiro lugar. Nunca parei para pensar no Sergio galã. Agora sei, mais ou menos, o que é", disse.
Sérgio teve como inspiração para a construção de seu personagem, o ingênuo Candinho, em Amácio Mazzaropi e Charles Chaplin. E ficou surpreso com a repercussão do projeto. Até aqui, a trama registra a maior audiência na faixa das 18h dos últimos quatro anos.
“Não é fácil. É um trabalho árduo, mas no bom sentido, porque está todo mundo jogando o mesmo jogo, um fazendo pelo outro. É uma felicidade ser protagonista e fazer uma novela de sucesso”, festejou.
O ritmo intenso de gravações praticamente acabou com a vida social do artista. Guizé precisa ficar sem dormir para cumprir os compromissos de sua banda Tio Cine, por exemplo. Por causa da falta de tempo, o namorado de Nathalia Dill não tem tido tempo de sentir nas ruas o sucesso estrondoso de seu personagem. O moreno ficou sabendo que Candinho havia caído no gosto popular através de um recado enviado pelo autor.
“É um estímulo para a gente continuar brigando por esse jogo até o final. Isso me tira algumas coisas, mas traz outras boas como o otimismo, é uma troca. Sou apaixonado pelo personagem, pelo processo. É o que me faz deixar minha banda, minha família. O mais importante é a obra e saber que está funcionando”, explicou.
A empolgação do galã some apenas quando o assunto é sua vida pessoal. Bastante reservado, o ator não esconde seu desconforto em abrir sua intimidade: “Me escondo atrás dos meus personagens, eles falam muito melhor do que eu. Não tenho um pingo de interesse em expor minha vida pessoal. Sempre fui de observar, mais do que falar. Acho até que é um jeito de aprender.”
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