Ana Hickmann se manifesta pela 1ª vez após atentado: 'Nunca pensei que o ser humano fosse capaz disso'
Ana Hickmann se manifestou pela primeira vez após a tentativa de assassinato que sofreu neste sábado (21) em Belo Horizonte. Por meio de uma nota oficial, a apresentadora conta que já está em sua casa em São Paulo após o dia que classifica com "fatídico". Profundamente abalada, ela pede orações para a cunhada Giovana Oliveira, que se recupera no hospital.
— Nunca pensei que isso poderia acontecer! Nunca pensei que o ser humano fosse capaz disso! Foi terrível! Estou profundamente abalada e triste! Só peço que todos rezem por minha cunhada para que ela se recupere logo.
Veja a nota oficial assinada pela própria Ana, na íntegra
Neste sábado, 21/05, a apresentadora Ana Hickmann, foi vítima de um atentado no hotel em que estava hospedada em Belo Horizonte.
Um homem armado invadiu o quarto em que ela estava e efetuou disparos, que atingiram a cunhada de Ana, Giovana Oliveira, que foi socorrida e levada ao hospital. Ana não foi atingida.
"Nunca pensei que isso poderia acontecer! Nunca pensei que o ser humano fosse capaz disso! Foi terrível! Estou profundamente abalada e triste! Só peço que todos rezem por minha cunhada para que ela se recupere logo".
O que se sabe do caso até agora
A Polícia Civil de Minas Gerais já ouviu a apresentadora Ana Hickmann e o cunhado dela, Gustavo Corrêa, após ataque sofrido pela família no sábado (21) em Belo Horizonte. Um atirador identificado como fã da Ana invadiu o quarto do hotel em que ela estava e atingiu a cunhada da apresentadora, Giovana Oliveira. Giovana está internada e passa bem.
Ao R7, a Polícia Civil informou que, além de Ana e Corrêa, o cabeleireiro da apresentadora, Júlio Figueiredo, 37 anos, também foi ouvido. Ele estava no quarto no momento em que o suspeito, Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos, entrou e ameaçou o grupo.
Figueiredo, no entanto, não foi ameaçado. Os depoimentos duraram cerca de quatro horas e a polícia trabalha com a hipótese de que o crime foi premeditado e informou que a briga entre Corrêa e Pádua — que acabou com a morte do atirador — ocorreu dentro do quarto após o suspeito disparar e atingir Giovana.
Para o delegado que acompanha o caso, Flavio Grossi, o fato de o suspeito ter se hospedado no mesmo hotel que a apresentadora um dia antes do crime indica que ele já tinha o plano de tentar atacar Ana. Pádua deu entrada no hotel e pagou a hospedagem com o cartão de crédito do pai. Em depoimento, a apresentadora informou que não conhecia o atirador e que nunca tinha visto Pádua. Segundo a polícia, ele não tentou se aproximar dela para pedir foto ou autógrafo.
Já Corrêa relatou à polícia que só viu o atirador uma vez antes do crime, no restaurante do hotel. O suspeito se envolveu em uma pequena confusão no local, que, para a polícia, pode até ter sido provocada para chamar atenção de Ana. Os depoimentos ocorreram na noite de sábado e, neste domingo (22), Ana já estava em casa, em São Paulo.
— Nunca pensei que isso poderia acontecer! Nunca pensei que o ser humano fosse capaz disso! Foi terrível! Estou profundamente abalada e triste! Só peço que todos rezem por minha cunhada para que ela se recupere logo.
Veja a nota oficial assinada pela própria Ana, na íntegra
Neste sábado, 21/05, a apresentadora Ana Hickmann, foi vítima de um atentado no hotel em que estava hospedada em Belo Horizonte.
Um homem armado invadiu o quarto em que ela estava e efetuou disparos, que atingiram a cunhada de Ana, Giovana Oliveira, que foi socorrida e levada ao hospital. Ana não foi atingida.
"Nunca pensei que isso poderia acontecer! Nunca pensei que o ser humano fosse capaz disso! Foi terrível! Estou profundamente abalada e triste! Só peço que todos rezem por minha cunhada para que ela se recupere logo".
O que se sabe do caso até agora
A Polícia Civil de Minas Gerais já ouviu a apresentadora Ana Hickmann e o cunhado dela, Gustavo Corrêa, após ataque sofrido pela família no sábado (21) em Belo Horizonte. Um atirador identificado como fã da Ana invadiu o quarto do hotel em que ela estava e atingiu a cunhada da apresentadora, Giovana Oliveira. Giovana está internada e passa bem.
Ao R7, a Polícia Civil informou que, além de Ana e Corrêa, o cabeleireiro da apresentadora, Júlio Figueiredo, 37 anos, também foi ouvido. Ele estava no quarto no momento em que o suspeito, Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos, entrou e ameaçou o grupo.
Figueiredo, no entanto, não foi ameaçado. Os depoimentos duraram cerca de quatro horas e a polícia trabalha com a hipótese de que o crime foi premeditado e informou que a briga entre Corrêa e Pádua — que acabou com a morte do atirador — ocorreu dentro do quarto após o suspeito disparar e atingir Giovana.
Para o delegado que acompanha o caso, Flavio Grossi, o fato de o suspeito ter se hospedado no mesmo hotel que a apresentadora um dia antes do crime indica que ele já tinha o plano de tentar atacar Ana. Pádua deu entrada no hotel e pagou a hospedagem com o cartão de crédito do pai. Em depoimento, a apresentadora informou que não conhecia o atirador e que nunca tinha visto Pádua. Segundo a polícia, ele não tentou se aproximar dela para pedir foto ou autógrafo.
Já Corrêa relatou à polícia que só viu o atirador uma vez antes do crime, no restaurante do hotel. O suspeito se envolveu em uma pequena confusão no local, que, para a polícia, pode até ter sido provocada para chamar atenção de Ana. Os depoimentos ocorreram na noite de sábado e, neste domingo (22), Ana já estava em casa, em São Paulo.
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