Desemprego em Alagoas sobe para 12,8%, aponta IBGE
O desemprego subiu em Alagoas no primeiro trimestre deste ano e chegou a uma taxa de 12,8%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice do estado nestes três primeiros meses do ano é 1,7% maior que o registrado no mesmo período de 2015 e 1,5% maior que o registrado no trimestre anterior.
Os números negativos são maiores que a taxa registrada pelo país, que também apresentou aumento da desocupação, chegando a 10,9%, conforme pesquisa já divulgada pelo instituto.
O nível de ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) ficou em 42,8 no 1º trimestre de 2016, uma queda de 1,4% com relação ao ano passado.
No recorte por regiões, foi o Nordeste quem puxou o crescimento na taxa de desocupação, com índice que passou de 9,6% para 12,8%. Em segundo lugar ficou o Sudeste, que passou de 8% para 11,4%, no Norte, a taxa foi de 8,7% para 10,5%, no Centro-Oeste, de 7,3% para 9,7%, e no Sul, de 5,1% para 7,3%.
Renda média
O valor da renda média do alagoano também retrocedeu, segundo informações do mesmo levantamento. No primeiro trimestre de 2015, a média do rendimento do trabalhador no estado era R$ 1.355 e R$ 1.310 no último trimestre do ano. Mas nestes primeiros três meses de 2016, a Pnad apontou uma renda média de R$ 1.301.
O trabalhador empregado no setor público ainda é quem recebe a maior renda média, R$ 2.132. Seguido pelos setores privado com carteira assinada (R$ 1.265), trabalhador por conta própria (R$ 961), setor privado sem carteira assinada (R$ 795) e trabalhador doméstico (R$ 560). O empregador apresentou renda média de R$ 4.452 neste primeiro trimestre.
Os números fazem parte da Pnad Contínua, que substitui a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Pela primeira vez, o levantamento apresenta as informações detalhadas sobre o mercado de trabalho no Brasil, nas grandes regiões e nos estados.
“Tradicionalmente as taxas do Nordeste são mais altas por diversos motivos: processo de informalização maior - o comércio nessas áreas ou parte dos serviços tendem a ser voltados pela informalidade. Isso traz para o mercado de trabalho uma procura maior [por emprego]. Além disso, tem uma concentração menor de indústria, além de tudo isso, concentra uma população mais jovem. É um conjunto de fatores que tradicionalmente colocam as regiões de Norte e Nordeste num patamar mais alto na taxa de desocupação”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.
O índice do estado nestes três primeiros meses do ano é 1,7% maior que o registrado no mesmo período de 2015 e 1,5% maior que o registrado no trimestre anterior.
Os números negativos são maiores que a taxa registrada pelo país, que também apresentou aumento da desocupação, chegando a 10,9%, conforme pesquisa já divulgada pelo instituto.
O nível de ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) ficou em 42,8 no 1º trimestre de 2016, uma queda de 1,4% com relação ao ano passado.
No recorte por regiões, foi o Nordeste quem puxou o crescimento na taxa de desocupação, com índice que passou de 9,6% para 12,8%. Em segundo lugar ficou o Sudeste, que passou de 8% para 11,4%, no Norte, a taxa foi de 8,7% para 10,5%, no Centro-Oeste, de 7,3% para 9,7%, e no Sul, de 5,1% para 7,3%.
Renda média
O valor da renda média do alagoano também retrocedeu, segundo informações do mesmo levantamento. No primeiro trimestre de 2015, a média do rendimento do trabalhador no estado era R$ 1.355 e R$ 1.310 no último trimestre do ano. Mas nestes primeiros três meses de 2016, a Pnad apontou uma renda média de R$ 1.301.
O trabalhador empregado no setor público ainda é quem recebe a maior renda média, R$ 2.132. Seguido pelos setores privado com carteira assinada (R$ 1.265), trabalhador por conta própria (R$ 961), setor privado sem carteira assinada (R$ 795) e trabalhador doméstico (R$ 560). O empregador apresentou renda média de R$ 4.452 neste primeiro trimestre.
Os números fazem parte da Pnad Contínua, que substitui a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Pela primeira vez, o levantamento apresenta as informações detalhadas sobre o mercado de trabalho no Brasil, nas grandes regiões e nos estados.
“Tradicionalmente as taxas do Nordeste são mais altas por diversos motivos: processo de informalização maior - o comércio nessas áreas ou parte dos serviços tendem a ser voltados pela informalidade. Isso traz para o mercado de trabalho uma procura maior [por emprego]. Além disso, tem uma concentração menor de indústria, além de tudo isso, concentra uma população mais jovem. É um conjunto de fatores que tradicionalmente colocam as regiões de Norte e Nordeste num patamar mais alto na taxa de desocupação”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.
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