Casal é preso após espancar e estuprar bebês no ES
Um casal foi preso após espancar dois bebês, de dois anos e sete meses, em Vitória, no Espírito Santo, na quinta-feira (12). De acordo com a polícia, uma das vítimas foi estuprada pelo padrasto.
A mulher, de 23 anos, é mãe de uma criança que está internada em estado grave no Hospital Infantil de Vitória. Ela é suspeita de ter agredido o menino e o irmão gêmeo dele, que está com o braço fraturado em dois lugares.
O companheiro dela, um pedreiro de 28 anos, também é suspeito do crime. O casal vive junto há apenas seis meses e teria se conhecido em um grupo de WhatsApp.
Para o delegado responsável pelo caso, Lorenzo Pazolini, houve disparidade entre as versões dos suspeitos.
— A primeira versão é que o bebê teria caído de um degrau, mas constatamos a impossibilidade de uma queda. Depois ela disse que saiu de casa e, quando retornou, as crianças já estavam naquele estado. Já o companheiro dela disse que tudo teria acontecido após a chegada da mãe.
A Polícia Militar afirma que as agressões aconteceram na semana passada e que as crianças teriam ficado em casa alguns dias sem receber atendimento médico.
— Um deles chegou a ficar cinco dias com o braço quebrado, com dor, sem que fosse levado ao hospital.
O delegado Pazolini disse que a criança foi internada na UTI com lesões no tórax, na cabeça, no corpo. O agente confirmou, nesta sexta-feira (13), que ela também foi vítima de abuso sexual por parte do padrasto.
O pai das crianças mora no Rio de Janeiro e chegou no Espírito Santo na última segunda-feira (9).
— É um baque. É muito chocante. Ela já agredia, mas não assim de forma bruta, mas já agredia.
O casal será autuado por tortura.
A mulher, de 23 anos, é mãe de uma criança que está internada em estado grave no Hospital Infantil de Vitória. Ela é suspeita de ter agredido o menino e o irmão gêmeo dele, que está com o braço fraturado em dois lugares.
O companheiro dela, um pedreiro de 28 anos, também é suspeito do crime. O casal vive junto há apenas seis meses e teria se conhecido em um grupo de WhatsApp.
Para o delegado responsável pelo caso, Lorenzo Pazolini, houve disparidade entre as versões dos suspeitos.
— A primeira versão é que o bebê teria caído de um degrau, mas constatamos a impossibilidade de uma queda. Depois ela disse que saiu de casa e, quando retornou, as crianças já estavam naquele estado. Já o companheiro dela disse que tudo teria acontecido após a chegada da mãe.
A Polícia Militar afirma que as agressões aconteceram na semana passada e que as crianças teriam ficado em casa alguns dias sem receber atendimento médico.
— Um deles chegou a ficar cinco dias com o braço quebrado, com dor, sem que fosse levado ao hospital.
O delegado Pazolini disse que a criança foi internada na UTI com lesões no tórax, na cabeça, no corpo. O agente confirmou, nesta sexta-feira (13), que ela também foi vítima de abuso sexual por parte do padrasto.
O pai das crianças mora no Rio de Janeiro e chegou no Espírito Santo na última segunda-feira (9).
— É um baque. É muito chocante. Ela já agredia, mas não assim de forma bruta, mas já agredia.
O casal será autuado por tortura.
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