Justiça decreta prisão de ex-delegado da PF Protógenes Queiroz
A 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo expediu na sexta-feira (13) um mandado de prisão contra o ex-delegado da Polícia Federal (PF) e ex-deputado federal Protógenes Queiroz, que chefiou em 2008 a Operação Satiagraha. As informações foram confirmadas neste sábado (14) ao G1 pela assessoria de imprensa da Justiça Federal, em São Paulo.
Ele também teve o nome incluído na lista vermelha da Interpol por causa de sua condenação por violação do sigilo funcional na operação e é considerado foragido internacional, segundo o Jornal Hoje. De acordo com a assessoria de imprensa da Justiça Federal, a juíza Andrea Silva Sarney Costa Moruzzi determinou a prisão de Protógenes porque ele não compareceu na sexta-feira a uma audiência.
Ao Jornal Hoje, o ex-delegado Protógenes alegou que é asilado político na Suíça desde 2015 e que não recebeu nenhuma intimação porque o processo está sob sigilo.
Em outubro de 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Protógenes a dois anos e 6 meses de prisão por violação de sigilo funcional qualificada. A pena, no entanto, foi convertida para uma pena alternativa, ainda segundo a Justiça Federal. Em 2015, ele foi expulso da PF.
A audiência de sexta-feira tinha como objetivo confirmar com Protógenes se ele estava cumprindo a pena alternativa. Como o ex-delegado não justificou a ausência, a magistrada transformou a pena alternativa em pena de prisão, de acordo com a assessoria.
Em reportagem publicada pelo G1 em 6 de abril, o site suíço "Sept" informou que Protógenes pediu asilo à Suíça, e que a solicitação foi aceita. O advogado do ex-delegado, Adib Abdouni, confirmou a informação à época. "Agora a residência dele é na Suíça", disse.
Ele também teve o nome incluído na lista vermelha da Interpol por causa de sua condenação por violação do sigilo funcional na operação e é considerado foragido internacional, segundo o Jornal Hoje. De acordo com a assessoria de imprensa da Justiça Federal, a juíza Andrea Silva Sarney Costa Moruzzi determinou a prisão de Protógenes porque ele não compareceu na sexta-feira a uma audiência.
Ao Jornal Hoje, o ex-delegado Protógenes alegou que é asilado político na Suíça desde 2015 e que não recebeu nenhuma intimação porque o processo está sob sigilo.
Em outubro de 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Protógenes a dois anos e 6 meses de prisão por violação de sigilo funcional qualificada. A pena, no entanto, foi convertida para uma pena alternativa, ainda segundo a Justiça Federal. Em 2015, ele foi expulso da PF.
A audiência de sexta-feira tinha como objetivo confirmar com Protógenes se ele estava cumprindo a pena alternativa. Como o ex-delegado não justificou a ausência, a magistrada transformou a pena alternativa em pena de prisão, de acordo com a assessoria.
Em reportagem publicada pelo G1 em 6 de abril, o site suíço "Sept" informou que Protógenes pediu asilo à Suíça, e que a solicitação foi aceita. O advogado do ex-delegado, Adib Abdouni, confirmou a informação à época. "Agora a residência dele é na Suíça", disse.
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